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09/11/2009 - 14:54

Spam, spam, spam, spam!

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Você sente vontade de matar o inventor do spam? Pois pode começar pelo Monty Python! Afinal, a palavra “spam” surgiu justamente num dos quadros do grupo de  humoristas ingleses. O esquete foi ao ar pela primeira vez em 15 de dezembro de 1970, com o título de (adivinha?) “Spam”. Nele, um casal aterrissa em uma lanchonete em que quase todos os pratos levam o tal “spam” –  espécie de carne barata, processada e enlatada, bastante comum na Inglaterra depois da Segunda Guerra Mundial.

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Além da garçonete  e do casal, a lanchonete ainda abriga um nonsense grupo de vikings e um “turista húngaro”. A palavra “spam” é repetida cerca de 130 vezes ao longo dos 3 minutos do esquete. E não pára por aí! Nos créditos, a palavra também aparece acompanhando o nome dos atores.

Na pré-história da Internet, usuários engraçadinhos que atuavam em fóruns de discussão costumavam “floodar” o tópico com a palavra “spam”. O objetivo era “descer” o tópico do usuário anterior e deixar o seu sempre em evidência. Tal atitude acabou reforçando o uso da palavra “spam” como algo indesejável, repetitivo e insistente.

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Por isso, aqueles e-mails com propagandas que lotam caixas de entrada de e-mails no mundo todo acabaram recebendo o apelido de “spam”.

Mantendo o espírito original da expressão, o site “Spam” dedica-se a vender canecas, copos, bandeiras, cartazes, gravatas, camisetas, bonés, cofrinhos, colheres, blocos de notas, canetas, ursos de pelúcia e mais, muito mais – tudo com o nome “Spam” estampado!

Ah, também dá pra se divertir atirando vacas no melhor estilo Monty Python no jogo online “Spam, spam, spam, spam”.

Autor: - Categoria(s): Baú, Televisão Tags: , , ,
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