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19/02/2009 - 15:07

Peladões do mundo da música

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Tem tanta gente pelada no Carnaval brasileiro que isso nem chama mais tanta atenção. Em compensação, na música… Morrissey, o ex-vocalista do The Smiths, apareceu pelado na capa do álbum “I’m Throwing My Arms Around Paris”. 

Acontece que a idéia (e a polêmica) não é lá muito nova. Quatro décadas atrás, o beatle John Lennon aparecia acompanhado de sua mulher, a artista plástica Yoko Ono, em um nu frontal na capa do álbum “Unfinished Music No. 1: The Two Virgins”. A foto, tirada pelos dois no porão do apartamento de Ringo Starr, causou problemas aos distribuidores, que foram obrigados a vender o disco parcialmente coberto por papel pardo.

Lennon também aparecereu como veio ao mundo na famosa capa da Rolling Stone, fotografada em 1980.

Eric Clapton era amigo dos Beatles e também chocou os mais conservadores com a capa do álbum “Blind Faith” (1969). A capa mostrava uma pré-adolescente capturada pelas lentes do fotógrafo Bob Seidemann.

Na mesma linha “Adão”, o excêntrico Prince posou nu para a capa do disco “LoveSexy”, em 1988:

Também em 1988, o quarteto californiano Red Hot Chili Peppers apimentou as lojas de cds com uma capa em que os membros da banda apareciam “vestidos” apenas por meias, enquanto atravessavam a rua no melhor estilo “Abbey Road”:

O Black Crowes usou uma foto da revista pornográfica americana “Hustler” para ilustrar a capa do disco “Amorica”, de 1994. Não é nu, mas é quase.

A idéia foi imitada pelos Strokes, no disco de estréia “Is This It?” (2001):

No Brasil,  uma das fotos de músicos nus mais controversa foi a da cantora Preta Gil, no encarte do disco “Prêt-à Porter”(2003):

Na época, a cantora foi criticada (inclusive por seu pai, Gilberto Gil, já ministro da Cultura) por exibir sua silhueta nas fotos. Ela deu o que falar!

Em 2008, os sempre comportados meninos do NX Zero surpreenderam ao aparecerem nus na capa da edição de junho da revista “Rolling Stone”:

Todos esses exemplos não chegam nem nos tornozelos da coleção de capas de álbum catalogadas no site LP Cover Lovers. Clique aqui para ver mais.

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10/11/2008 - 14:37

A morte de Mama África

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Morreu ontem, aos 76 anos, a cantora sul-africana Miriam Makeba, bastante conhecida no Brasil pela música “Pata Pata”, que ela cantou ao vivo no Festival da Record em 1968. Brasileiros brincalhões “traduziram” o primeiro verso “Saguguka sathi beka” para “Tô com pulga na cueca” (assim fica mais fácil lembrar da música). Sua luta contra o apartheid lhe custou um exílio de 30 anos. Mas a admiração do povo do continente negro lhe rendeu a alcunha de “Mama África”. Seu verdadeiro nome, na língua zulu, era Uzenzile.

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