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01/02/2010 - 20:18

Uma orquestra só com músicos do YouTube

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Quando o YouTube surgiu, em fevereiro de 2005, muitos músicos viram ali a oportunidade de mostrar seu trabalho ao mundo. Por isso, hoje, é fácil encontrar desde vídeos com um solo de um saxofonista de Vancouver, no Canadá, até um guitarrista arranhando alguns acordes em Belém do Pará.

A partir dessa constatação, o israelense Ophir Kutiel teve uma ideia única: pegar alguns desses vídeos e fingir que os músicos estão tocando juntos. É uma mixagem de áudio e vídeo, com resultados surpreendentes. Abaixo você vê uma das músicas mixadas por Kutiel. O título é “Mother of All Funk Chords” (ou “A Mãe de Todos os Acordes Funk”, em português).

Gostou? Você pode ver mais no site Thru-You, uma espécie de YouTube remixado.

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27/11/2009 - 22:33

Do calhambeque à kombi branca

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Tudo começou no tempo da Jovem Guarda, com o calhambeque de Roberto Carlos. Agora, o mundo da música está cheio de composições automotivas: brasílias amarelas, fuscas pretos, crossfoxes e até mesmo uma kombi branca!

Na carona da neo-celebridade da Internet Stefhany, a cantora Vitória Matos resolveu provar que sua kombi branca também pode ser absoluta! Na música “Kombi Branca”,  Vitória canta as dores do amor a bordo do carro popular.  O clipe, é claro, é de baixo orçamento e conta com incríveis atuações da própria cantora e de um príncipe nada encantado.

Você nunca ouviu falar de Stefhany? A cantora do Piauí subiu em seu Crossfox e soltou a voz em uma versão em português da música “A Thousand Miles”, da cantora Vanessa Carlton. O clipe amador em que Stefhany dirigia e fazia coreografias a la Beyoncé virou hit no Youtube.

Existem mil garotas / Querendo passear comigo / Mas é por causa /Desse Calhambeque

Em 1965, Roberto Carlos descobriu que os brotos topavam andar até mesmo no seu calhambeque velho. Assim, durante as comemorações de seus 50 anos de carreira, ele dirigiu um legítimo calhambeque, um Ford azul T 1929. O tal calhambeque não era reformado desde 1978. A repaginada ficou por conta do bicampeão de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi. As únicas exigências do Rei foram a cor do carro (azul), um som potente e ar-condicionado.   Será que os brotos aprovaram?

Jeca Mineiro e Atilio Versutti são os compositores da música “Fuscão Preto”, consagrada na voz de Almir Rogério no início dos anos 80. O sucesso foi tanto que a música serviu de base para o roteiro do filme “Fuscão Preto” (1983) , no qual o cantor contracenou com a apresentadora Xuxa. Sem tirar o pé do acelerador Almir Rogério logo gravou a continuação musical  “O Motoqueiro”.

Carro Velho
Em 1998, quando ainda pulava ao lado da Banda Eva, Ivete Sangalo embalou o trios elétricos com a música “Carro Velho”. O último álbum com participação da cantora “Eva, Você e Eu” vendeu 700 mil cópias.

Os carros estão mesmo por toda parte, não é mesmo?

Autor: - Categoria(s): Baú Tags: , , , , , , , , , , , ,
07/10/2009 - 17:12

Parque Michael Jackson e Sala Michael Jackson

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Em 2008, o cantor o Agnaldo Timóteo (PR) foi reeleito vereador em São Paulo com 26.180 votos. Uma de suas propostas mais polêmicas é justamente a que está escrita abaixo: colocar o nome de “Michael Jackson” no Parque do Ibirapuera.

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A repercussão foi tanta que Agnaldo colocou uma notinha no seu site oficial, explicando que nunca quis trocar o nome do parque para “Parque Michael Jackson“:

“Em nenhum momento ousei sugerir a TROCA do nome do parque Ibirapuera por “Parque Michael Jackson”, a minha sugestão segue abaixo em copia da carta enviada ao nosso prefeito.Como poderão perceber, trata-se de uma idéia informal, buscando encontrar denominador para uma homenagem ao mais fantástico showman da história deste planeta. Uma homenagem que seria feita ao ACRESCENTAR o nome do ídolo do pop ao já existente, ou a construção de um busto de Michael. Um local em que nossos turistas e mesmo os moradores desta maravilhosa cidade poderão tirar fotos.”

O mais curioso, porém, é que ele também pediu ao governador de São Paulo, José Serra, para incluir o nome de Michael Jackson à Sala São Paulo, casa da Orquestra Sinfônica de São Paulo, como dá para ler na carta que ele enviou ao prefeito. Então tá, né? O que achou das ideias?

Autor: - Categoria(s): Bizarro, Celebridades Tags: , , ,
16/09/2009 - 13:31

Orquestra Brasileira de Música Jamaicana

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Quando você pensa em um clube esfumaçado, decorado de amarelo, verde e vermelho, com pessoas dançando passos de reagge, “Águas de Março” é a última música que seus ouvidos esperam ouvir, certo? Não se você estiver em um show da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana.

Afinal, o grupo formado por 9 músicos se dedica a interpretar clássicos da música brasileira com um tempero bem jamaicano. A Orquestra Brasileira de Música Jamaicana nasceu das cabeças do guitarrista e vocalista Sérgio Soffiati e do trompetista Felippe Pipeta de montar uma “big band de ska”. O ritmo – uma das primeiras manifestações pop da música jamaicana – é perfeito para fazer o público dançar, cantar e se divertir. Uma pesquisa revelou que diversas bandas na Europa (e até uma no Japão!) usavam músicas brasileiras, mas que não havia nenhuma do Brasil. “A gente estava dando mole”, diz Sérgio Soffiati.

Além de Sérgio e Pipeta, a “Orquestra” é formada por Ruben Marley (trombone), Marcelo Cotarelli (trompete e flugel), Fernando Bastos (sax tenor e flauta), Igor Thomaz (sax barítono e alto), Fabio Luchs (bateria), Rafael Toloi (baixo) e Lulu Camargo (teclados).

Entre os arranjos curiosos do grupo está uma animada versão de “O Guarani”, a ópera de Carlos Gomes eternizada na abertura do programa de rádio “A Voz do Brasil”, “Tico-Tico No Fubá” e “Trem das Onze”.

Ficou curioso? O show de estréia da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana acontece nessa sexta-feira, 18 de setembro, a partir das 22 horas, no Aldeia Turiassu (Rua Turiassu, 928; Perdizes; São Paulo). Dá pra ouvir o trabalho da banda no MySpace e saber todas as novidades pelo Twitter.

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27/08/2009 - 16:16

Você sabe o que aconteceu com o Jordy?

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Jordy foi salvo pelo rock n’ roll. Sim, aquele menininho de cabelos espetados, olhos azuis e trocando de dentes agora pinta os olhos de preto, bebe cerveja direto da garrafa e não tem medo de afirmar que gosta de “experimentar posições do Kama Sutra”. Nada parecido com a criança que fazia as pistas de 1992 ferverem com o hit “Dur dur d’être bébé”:

Como todo rebelde sem causa que se preze, Jordy Lemoine teve uma família turbulenta. Depois do sucesso do filho, os pais – Claude Lemoine e Patricia Clerget, ele produtor musical e ela cantora – criaram uma espécie de parque de diversões chamado “La Ferme de Jordy” e foram acusados pelo governo francês de exploração de menor. Na época, em 1994, Jordy foi proibido de aparecer na televisão e suas canções sumiram das emissoras de rádio. Dois anos depois, Claude Lemoine e Patricia Clerget se divorciaram e Jordy começou uma precoce jornada rumo ao ostracismo.

Jordy Lemoine nasceu em 14 de janeiro de 1988 na cidade francesa de Saint-Germain-en-Laye. “Pochette surprise”, seu disco de estréia, vendeu milhões de cópias no mundo todo. O disco era alavancado pela música “Dur dur d’être bébé” (“É duro ser um bebê”). Ele foi o mais jovem artista a atingir o topo das paradas. No auge, Jordy até mesmo passou pelo Brasil, em programas como o de Hebe Camargo. Em 2005, aos 18 anos, ele reapareceu no reality-show “Celebrity Farm 2”, uma espécie de “A Fazenda” francesa.

Em 2006, a ex-criança prodígio lançou a autobiografia “Je ne suis plus un bébé” (“Eu não sou mais um bebê”), escrita em conjunto com sua mãe.

Ostentando um visual à lá Sid Vicious, Jordy lançou o álbum “Vint’Age” com sua banda “JOrDy and the Dixies”. A julgar pelo nome do selo pelo qual o disco foi lançado (“DurDurProd”),  algumas coisas realmente nunca mudam.

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07/08/2009 - 12:55

As piores capas de discos de todos os tempos

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Dizem que não se deve julgar um livro pela capa. Será que o mesmo ditado se aplica às antigas capas de discos?  Afinal, se dependesse da capa, esses discos nunca sairiam das prateleiras das lojas. Você consegue imaginar a cara de satisfação de Wayne Newton ao receber seu disco?

Responda com sinceridade: que criança não teria pesadelos com um disco desses? Olha só a cara sinistra da menininha da direita!

Não sei como é a música dessa tal de Rosamel, mas o quarto dela é pra lá de estranho.

Essa dupla guarda uma estranha semelhança com um certo tenista brasileiro. Será que eles são parentes do Guga?

Esse rapaz tem um jeitão de ventríloquo, não é? Vai ver quem canta mesmo é esta bonequinha que fica no ombro dele.

O que falar desse “botinão” na sala do Durval Vieira, hein? É impossível não notar… O nome do disco é “O Sapatão”.

Os Sherwood adotaram o estilo “trios” de vasos. Haja chapinha!

Mais uma: essa outra dupla caprichou nas jaquetas de couro. Um aviso: se alguém tirar sarro da cara deles, o pastor alemão ataca!

Capa bem apropriada. É um disco com músicas para “ocasiões alegres”.

Aliás, alegria e empolgação é o que não falta pra essa turminha aí em cima, não?

Esse grandão aí de cima leva o prêmio de “piores poses do mundo”. A montagem dele saindo da água é uma piada!

Descobrimos a fonte de inspiração da Amy Winehouse!

Algum cavalheiro aceitaria bailar com essa distinta dama?

Confira outras capas de discos bastante estranhas já publicadas pelo Blog do Curioso. Clique aqui

Autor: - Categoria(s): Humor, Música Tags: , , ,
21/07/2009 - 13:35

O rap – cantado em trinta idiomas

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Integrante do movimento hip-hop,  o rap (sigla para “rhythm and poetry”, “ritmo e poesia”) é um gênero musical geralmente relacionado com o universo norte-americano. O rap nasceu na década de 1970, nas ruas de Nova York, nos Estados Unidos. Atualmente, o gênero é um dos mais populares do mundo. A globalização é tanta que esse vídeo reuniu trechos de raps cantados em 30 idiomas diferentes (os autores consideraram o inglês dos Estados Unidos e da Inglaterra como idiomas diferentes). Você vai ouvir trechos de rap em chinês, croata, islandês e polonês. O vídeo termina com o “wolof”, língua da África Ocidental, falada em países como Senegal, Gâmbia e Mauritânia.

Mas faltou o Brasil… Temos só o português de Portugal. Por aqui, o hip-hop e o rap desembarcaram em meados da década de 1980. Um dos maiores representantes do gênero no país é o grupo Racionais MCs, formado na cidade de São Paulo, em 1988. Com letras que falam sobre o cotidiano da periferia paulistana, o grupo liderado por Mano Brown lançou o álbum “Sobrevivendo ao Inferno” em 1997. O clipe “Diário de um Detento” recebeu o prêmio escolha da audiência no MTV Vídeo Music Brasil (VMB), em 1998.

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22/06/2009 - 23:48

Sabe onde as capas dos CDs foram fotografadas?

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Você sabe em que estúdio a capa do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles,  foi fotografada? Você sempre teve curiosidade de saber onde fica a piscina em que menininho da capa de “Nevermind”, do Nirvana, mergulhou atrás da nota de 1 dólar?

Pois a revista inglesa “Word Magazine” resolveu contar com a colaboração de seus leitores e montou um mapa virtual com as locações onde fotos das capas de discos famosos foram tiradas. O mapa da música é totalmente interativo – qualquer um pode adicionar um endereço e relacioná-lo com uma capa de disco. Vamos conhecer algumas:

A ideia da capa de “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” dos Beatles foi desenvolvida pelo diretor de arte Robert Fraser e fotografada por Michael Cooper no estúdio Chelsea Manor, localizado no 1-11 Flood Street, no bairro de Chelsea, em Londres. Lançado no dia 1º de junho de 1967, “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” foi o oitavo álbum de estúdio dos Beatles.

“What’s the Story? (Morning Glory)” é a mais bem-sucedida obra dos irmãos Liam e Noel Gallagher, da banda britânica Oasis. O álbum foi lançado em 2 de outubro de 1995 e vendeu cerca de 4,6 milhões de cópias só nos Estados Unidos.  A foto foi tirada na  Berwick Street, no bairro do Soho, na capital da Inglaterra.

O aeroporto que serviu de cenário para a foto que ilustra “All That You Can’t Leave Behind”, do U2, é o Aeroporto Internacional Charles de Gaulle, em Paris, na França. A foto foi feita pelo holandês Anton Corbijn que, além de fotógrafo, dirigiu clipes de bandas como Nirvana (“Heart-Shaped Box”) e Depeche Mode (“Personal Jesus”).

Kurt Cobain , vocalista do Nirvana, passou meses pensando antes de decidir como seria a capa de “Nevermind”, lançado em 1991. O conceito final – um bebê mergulhando atrás de uma nota de 1 dólar –  surgiu depois que o músico assistiu a um documentário sobre partos submarinos. O fotógrafo Kirk Weddle foi até a cidade de Pasadena, na Califórnia e tirou cinco fotos de bebês em uma escolinha de natação. O escolhido foi Spencer Elden, cujos pais receberam 200 dólares pelo uso da imagem. Em 2008, Spencer Elden recebeu 1 mil dólares para reencenar a capa icônica – vestindo um respeitável short de banho.

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02/06/2009 - 09:12

A pior música brasileira de todos os tempos

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No próximo sábado, o programa “Você é Curioso?” vai eleger a pior música brasileira de todos os tempos. A briga promete ser grande! Acaba de aparecer mais um candidato: Juvenal Cara de Pau e a música “A Herança”.

Já comece a se preparar para o sábado…

Autor: - Categoria(s): Humor Tags: , , , ,
21/05/2009 - 18:39

Richard Cheese, o comediante que virou cantor

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Richard Cheese é o tipo de cantor que tanto você quanto sua avó vão curtir. Sabe por quê?

Ele veste terno e gravata borboleta e canta acompanhado de uma uma big band de jazz, no melhor estilo Frank Sinatra. Só que o repertório do cantor norte-americano Richard Cheese é recheado de sucessos como  “Like a Virgin”, “American Idiot” e “Somebody Told Me”:

Richard Cheese é o alter-ego do comediante Mark Jonathan Davis. O personagem nasceu quando Mark, 43 anos, trabalhava em uma rádio especializada em rock. O personagem inicial era um tiozinho que tentava convencer a rádio a tocar músicas típicas da década de 40 e 50. Mark resolveu então criar versões bem-humoradas dos sucessos da rádio e criou o personagem.

Sempre acompanhado da banda “Lounge Against The Machine” (trocadilho com o nome da banda “Rage Against the Machine”), a carreira de Richard Cheese já dura 8 anos e 8 álbuns com 170 mil cópias vendidas de interpretações de artistas como Guns n’ Roses, Madonna (cujo título foi modificado para “I’d Like a Virgin”), Offspring e Snoop Doggy.

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