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27/10/2009 - 16:38

Quem inventou o mito da "loira burra"?

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Paris Hilton declarou: “Não sou uma loira burra”. A eterna patricinha americana parece ter se cansado dos comentários maldosos sobre sua vida. “Aquilo é uma personagem”, disse. “Tenho os pés no chão, sou esperta e sei tudo o que está acontecendo.”

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Herdeira da rede de hotéis Hilton, Paris nasceu em 17 de fevereiro de 1981. Ela ficou famosa depois de participar do reality show “Simple Life”, que mostrava suas peripécias no campo ao lado da então melhor amiga Nicole Ritchie.  Outro empurrãozinho em sua carreira foi dado por um vídeo amador de sexo protagonizado por Paris e seu então namorado, Rick Salomon. Filmado em visão noturna e em baixa resolução, a produção caiu na Internet e recebeu o nome de “Uma noite em Paris”.

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Mas a pergunta é: quem inventou esse mito da “loira burra”? Ele começou a se formar no início do século XX, quando se associou a imagem de oportunistas às garotas (frequentemente loiras e atraentes) que tentavam a sorte no showbizz norte-americano.

A “loira burra original” foi Lorelei Lee, protagonista do livro “Gentlemen Prefer Blondes” (“Os homens preferem as loiras”), escrito por Anita Loos em 1925. A adaptação para a Broadway, encarnada por Carol Channing, e depois para o cinema , com Marilyn Monroe, ajudaram a sedimentar a oposição “loira burra” x morena inteligente” no imaginário popular.  Tanto que, na literatura, a sequência de “Os homens preferem as loiras” foi justamente “Mas os cavalheiros casam-se com as morenas”, de 1927.

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Anita Loos nasceu em 26 de abril de 1888, em Sisson, Califórnia, Estados Unidos. “Os homens preferem as loiras” começou como uma piada de Anita (que era morena) a respeito da irremediável queda de um amigo por garotas oxigenadas. A história acabou sendo publicada na revista “Harper’s Bazar” e, depois, copilada no livro. Escritora, roteirista e atriz, Anita morreu em Nova York, aos 83 anos, em 18 de agosto de 1981.

Agora, veja só: Marilyn Monroe, o ícone da beleza loira, era, ironicamente, morena. Ela começou a oxigenar os cabelos ainda no início da carreira, quando percebeu que garotas loiras eram mais procuradas por produtores durante as escalações de elenco. Mesmo com a  fama, Marilyn nunca conseguiu se livrar do estereótipo. A atriz morreu em 5 de agosto de 1962, aos 36 anos. Um dos mitos atribuídos a ela diz que Marilyn tinha o hábito de oxigenar também os pelos pubianos. “Se é para ser loira em cima, também é preciso ser loira embaixo”.

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18/09/2009 - 11:59

Salto alto… com os dias contados?

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O Congresso de Sindicatos da Grã-Bretanha resolveu declarar guerra ao uso obrigatório de sapatos de salto alto. Para infelicidade dos pobres pés, o sapato de salto é praticamente regra para algumas profissionais, como comissárias de vôo e vendedoras. O Congresso de Sindicato espera dar a essas mulheres a chance de escolher opções mais confortáveis na hora de escolher o calçado.

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O mais glamuroso tipo de calçado ganhou o mundo a partir dos salões da corte real da França do século XVIII. Além de manter os nobres pés bem longe da lama, o sapato de salto criava uma elevação física – perfeita para simbolizar a “elevação” social da nobreza do período.  Só que os sapatos de salto eram desconfortáveis a ponto dos nobres precisarem ser literalmente carregados pelos empregados em cadeirinhas.

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Já o salto agulha foi inventado na Itália da década de 1950 e era feito de metal, náilon e plástico. Acima, a atriz Gwyneth Paltrow em um altíssimo salto agulha.

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Por razões óbvias, foi o vestido branco esvoaçante de Marilyn Monroe que entrou para a história como uma das imagens mais sexies do cinema. A atriz também vivia em cima de sapatos de salto, que se popularizaram depois da Segunda Guerra Mundial. Ela declarou certa vez: “Não sei quem foi o inventor do salto alto, mas todas as mulheres devem muito a ele!”.

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Outra que literalmente se equilibrava nos sapatos era a atriz e bailarina Ginger Rogers, célebre parceira de Fred Astaire. Muitos críticos acusam a indústria cinematográfica de não fazer jus ao trabalho de Ginger. Uma frase famosa diz que “Ginger Rogers conseguia fazer exatamente a mesma coisa que Fred Astaire – só que de costas e de salto alto!”.

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A cantora Carmen Miranda fazia jus ao título de “pequena notável”. A portuguesa radicada no Brasil media 1,53 metro, combatidos com saltos plataforma e estratégicos arranjos na cabeça.

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Quando pediu divórcio de Tom Cruise, Nicole Kidman foi ácida: “Agora eu posso voltar a usar salto alto”. A atriz australiana mede 1,79 metro –  quase 10 centímetros a mais que o ex-marido de 1,70 metro.

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25/08/2009 - 22:48

Deitado eternamente ao lado de Marilyn Monroe

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Deitar-se eternamente ao lado de Marilyn Monroe custa 4,6 milhões de dólares (cerca de 9 milhões de reais). Esse foi o preço pago possivelmente por um fã da atriz, morta em 1962. Com lance inicial de 500 mil dólares, o túmulo localizado acima do de Marylin Monroe foi arrematado por alguém identificado apenas como “O***S”.

O túmulo foi anunciado no site de leilão eBay com uma proposta irrecusável: “Passe a eternidade diretamente acima de Marilyn Monroe“. A loira foi enterrada no cemitério de Los Angeles, o Westwood Village Memorial Park.

O criador da revista Playboy – para a qual Marilyn posou na primeira edição -, Hugh Hefner, também possui um jazigo ao lado da atriz. O jogador de beisebol e ex-marido de Marilyn Monroe, Joe DiMaggio, a amava tanto que depositou uma dúzia de rosas no túmulo da atriz, três vezes por semana, durante 20 anos. Pouco antes de morrer, DiMaggio teria dito: “Finalmente verei Marilyn!”. Entretanto, o jogador foi enterrado em outro cemitério, no estado da Califórnia.

Descubra aqui como viveram, como morreram e o endereço permanente de Al Capone, Jack Kerouc e outras 240 personalidades.

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