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22/02/2009 - 13:46

O K-9 não é o K-2

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Na transmissão de Guaratinguetá x Corinthians, ontem à tarde, a Rede Globo mostrou também lances de Portuguesa x Palmeiras. Depois do segundo gol de Keirrison, o excelente narrador Luiz Roberto tentou explicar a origem do apelido “K-9”, dado ao goleador palmeirense. Falou que Keirrison assumiu a alcunha quando soube se tratar do segundo pico mais alto do mundo. Não é. O nome do monte que perde apenas para o Everest é o K-2. Ele tem 8611 metros, fica na fronteira da China com o Paquistão e é considerado o mais difícil de ser escalado. Foi tema de um filme de aventura, em 1991.

K-9 era o apelido dos cães-robôs criados para uma série de TV chamada “Doctor Who” (1977). A sigla é apenas um trocadilho: K-nine = canine (canino). O nome batizou também um filme de 1989, estrelado por James Belushi. 

Também não acho que isso afetaria a escolha de Keirrison. Só sei que “K-9” soa muito bem para um goleador, como era o “R-9” usado por Ronaldo.

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29/12/2008 - 08:50

Os cachorros mais famosos do cinema

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A principal estréia do cinema esta semana foi “Marley e Eu”, filme baseado no best-seller do jornalista americano John Grogan. O elenco tem Owen Wilson e Jennifer Aniston, mas quem vai se cobrir de glórias será o cachorrinho. Ele vai se juntar a uma galeria de cães que fizeram sucesso no cinema, como Lassie, Beethoven e Scooby-Doo. Conheça outros cachorrinhos que viraram astros de cinema. Se esqueci de algum, não esqueça de me avisar!

MIB –  Homens de Preto 2 (2002)
Frank, o pug alienígena, foi interpretado por Mushu, o mesmo cachorro do primeiro filme da série, de 1997. Com 7 anos, ele teve que usar maquiagem para cobrir os pêlos já grisalhos em seu focinho. Veja, abaixo, Frank em versão castelhana.

Como Cães e Gatos (2001)
Para gravar as cenas, foram utilizados 100 animais e muitos bonecos articulados. Primeiro era feita a filmagem dos bichos e depois as imagens eram trabalhadas no computador.

102 Dálmatas (2000)
A cachorrinha Albina é uma dálmata incomum: não tem pintas. Os dálmatas nascem brancos, mas começam a ter pintas com 15 dias de vida. A produção precisou de 285 filhotes para as filmagens. Não foi nada fácil domar as ferinhas: algumas cenas foram repetidas mais de 20 vezes até ficarem boas.

Quem vai ficar com Mary? (1999)
O cachorrinho osso duro de roer chamava-se Puffy. Mas na vida real, seu nome era Slammer.

Melhor é impossível (1998)
Verdell foi interpretado por 6 cachorros da raça Griffon de Bruxelas. Seus nomes: Timer, Sprout, Debbie, Billy, Parfait e Jill. Na cena em que o cachorro começa a imitar os passos de Jack Nicholson sobre as fendas da calçada, os produtores concluíram que se colocassem pequenos obstáculos, o animal teria que pular. Eles foram removidos digitalmente da produção.

K9 – Um Policial Bom para Cachorro (1989)
Koton (Jerry Lee) era, na verdade, um cão policial de Kansas City, Missouri. Em 18 de novembro de 1991, ele levou um tiro e morreu na tentativa de prisão de um suspeito pela morte de um policial. Dez dias antes de sua morte, Koton achou 10 kg de cocaína avaliados em mais de 1,2 milhão de dólares.

Uma Dupla Quase Perfeita (1989)
O detetive certinho interpretado por Tom Hanks vai a loucura quando é obrigado a trabalhar com Hooch, um cão babão e bagunceiro.

Benji (1974)
O astro Benji foi dirigido por Joe Camp, seu próprio dono na vida real.

A Gang dos Dobermans (1972)
Nome de alguns dos integrantes do elenco canino do filme: Bonnie, Clyde, John Dillinger, Ma Barker, Pretty Boy Floyd e Baby Face Nelson – famosos ladrões de banco americanos.

O Mágico de Oz (1939)
O Cairn terrier que fez Totó, cãozinho de Dorothy, na verdade, era uma cadela, chamada Terry.

 

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