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19/01/2010 - 20:29

Como os times comemoraram seus 100 anos

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Para comemorar seus 100 anos, o Corinthians fez uma série de contratações  — uma delas,  o lateral Roberto Carlos, faz sua estreia amanhã, contra o Bragantino, no Pacaembu. O título que todo corintiano quer, o da Libertadores, é o grande objetivo de 2010. Mas, entre os principais clubes centenários do Brasil, só um conseguiu um título dessa importância  no ano em que completou 100 primaveras.

flamengoApesar de o departamento de futebol do Flamengo só ter surgido em 1912, o rubro-negro decidiu comemorar seu centenário em 1995, quando o clube fazia 100 anos. Mesmo contando com o “ataque dos sonhos”, composto por Romário, Edmundo e Sávio, o time da Gávea só teve uma conquista em 1995, a Taça Guanabara. Comandado pelo badalado técnico Vanderlei Luxemburgo, o Flamengo perdeu a final do Campeonato Carioca para o Fluminense — no jogo em que Renato Gaúcho marcou um gol de barriga.

vascoCampeão brasileiro de 1997, o Vasco não fez grandes contratações para o ano do centenário. O time que disputou a Libertadores de 1998 foi praticamente o mesmo que vencera o Brasileirão no ano anterior. Não teve problema: com uma campanha para ninguém botar defeito — eliminou Cruzeiro, Grêmio e River Plate, da Argentina —, o Vasco foi campeão da América em cima do Barcelona, do Equador. Só faltou a cereja do bolo: em dezembro, o elenco cruz-maltino perdeu para o Real Madrid, do brasileiro Roberto Carlos, e foi vice-campeão mundial.

vitoriaEm 1999,  ano do centenário do Vitória, o Campeonato Baiano teve dois campeões. Apesar de ter o direito de escolher em que estádio iria disputar a final contra o Bahia, o Vitória acabou derrotado em uma ação judicial, que fez com que o Bahia jogar as duas partidas finais no estádio da Fonte Nova. O rubro-negro, entretanto, não se deu por vencido, e esperou o adversário no Barradão. Enquanto isso, o Bahia estava de uniforme e tudo no Fonte Nova. Dois WOs, dois campeões. Pelo menos foi o que a Federação Baiana decidiu  em 2005. Mas o Vitória não demorou para dar o troco no Bahia: na final da Copa do Nordeste daquele ano, sagrou-se campeão em cima do maior rival. No Campeonato Brasileiro, o rubro-negro baiano fez boa campanha e terminou na terceira colocação, tendo sido eliminado na semifinal pelo Atlético Mineiro.

fluminenseEm 2002, Romário foi o grande presente do centenário do Fluminense. No Rio de Janeiro, o atacante já havia defendido o Flamengo e o Vasco.  O Toluca, do México, foi convidado para um amistoso comemorativo, que aconteceu no Maracanã no dia 24 de julho. No primeiro tempo, o Fluminense usou uma camisa branca e cinza, reedição da primeira do time. No segundo, o time entrou em campo com a camisa laranja, sucesso entre os torcedores, que faz alusão ao bairro carioca das Laranjeiras, onde fica o clube. A equipe brasileira venceu por 3 X 1, gols de Roni e Magno Alves (2). Com duas vitórias em cima do Americano, o Fluminense também foi campeão carioca no ano do centenário. No Campeonato Brasileiro, o time fez boa campanha e chegou às semifinais, mas foi eliminado pelo Corinthians.

gremioO centenário gremista, em 2003, começou com a esperança de mais um título da Libertadores. Mas o sonho do Grêmio não demorou muito para virar pesadelo: o Tricolor foi eliminado, nas quartas-de-finais, pelo Independiente Medellín, da Colômbia, e o técnico Tite foi demitido. Até o final do ano, o Grêmio brigou para não cair. Terminou o Brasileirão na 20ª colocação, entre 24 times — a um ponto da zona de rebaixamento. Para piorar, o goleiro e ídolo Danrlei deixou o Olímpico.

botafogoAo contrário do Flamengo, o Botafogo só comemorou o centenário quando o departamento de futebol completou 100 anos — em 2004. De volta à Série A do Campeonato Brasileiro, o Alvinegro fez uma campanha irregular e só fugiu do rebaixamento na última rodada, depois de empatar com o Atlético Paranaense em 1 X 1 — de quebra, o resultado garantiu o título ao Santos. No dia 4 de setembro, Botafogo e Grêmio se enfrentaram num amistoso em comemoração aos respectivos centenários. O time gaúcho, então com 101 anos, perdeu por 4 X 1. As equipes utilizaram uniformes retrô. A camisa botafoguense foi inspirada no título de 1907, o primeiro do time.

atleticoEm 2008, o Atlético Mineiro virou motivo de chacota por contratar Petkovic, Souza e Marques — três jogadores que, somadas as idades, ultrapassavam os  100 anos. Ainda no primeiro semestre, o Galo perdeu o jogo de ida da final do Campeonato Mineiro por 5 X 0 para o Cruzeiro, que acabou campeão. O Botafogo foi outro algoz atleticano no ano do centenário: eliminou a equipe mineira em duas competições, a Copa do Brasil e  a Copa Sul-americana. No Brasileirão, o Atlético Mineiro terminou em 12º, a quatro pontos da zona de rebaixamento.

internacionalO Internacional tinha duas comemorações em 2009: seu próprio centenário, e o centenário do clássico Gre-Nal. O primeiro clássico gaúcho aconteceu em 18 de julho de 1909. Em 19 de julho de 2009, 100 anos e um dia após a primeira disputa, Grêmio e Internacional se enfrentaram pelo Campeonato Brasileiro. Para azar do time Colorado, o Grêmio venceu de virada, 2 X 1.

No Campeonato Gaúcho, durante o primeiro semestre do ano, não deu pra ninguém: o Inter foi campeão de forma invicta. Parecia ser o início de um centenário vitorioso. O Internacional chegou à final da Copa do Brasil, depois de eliminar o Flamengo nas quartas e o Coritiba na semi. Na final, dia 1º de julho, caiu diante do Corinthians de Ronaldo. Oito dias depois, o Colorado disputou a Recopa Sul-Americana contra a LDU, do Equador. Foi derrotado nos dois jogos, 1 X 0 e 3 X 0, e ficou com o vice-campeonato. A redenção poderia vir no Campeonato Brasileiro, uma vez que o Inter estava bem classificado. No dia 6 de dezembro, os torcedores colorados foram obrigados a torcer  para o Grêmio — adversário do Flamengo, que precisava perder para que o Inter ficasse com o título. Só que o Flamengo venceu  e o Inter teve que se contentar  com o terceiro vice-campeonato da temporada.

coritibanOutro clube que comemorou seu centenário em 2009 foi o Coritiba. Terceiro colocado no Campeonato Paranaense, o Coxa chegou às semifinais da Copa do Brasil quase como um azarão. Acabou derrotado pelo Internacional. No Campeonato Brasileiro, a equipe liderada por Marcelinho Paraíba ficou brigando para não ser rebaixada. Não adiantou: em 6 de dezembro, diante do Fluminense, outro time que lutava para não cair, o Coritiba não conseguiu vencer (empate de 1 x 1) e confirmou a queda à Série B. Alguns vândalos, disfarçados de torcedores, invadiram o campo e protagonizaram uma das mais lamentáveis cenas de 2009. O quebra-quebra no estádio Couto Pereira rendeu ao Coxa a perda de 30 mandos de campo em 2010.

Autor: - Categoria(s): Esporte, Listas Tags: , , ,
08/01/2010 - 15:54

Não perca sua lupa de vista!

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Queimar coisas com uma lente de aumento pode parecer coisa de criança levada. Mas, no século XVIII, o químico francês Antoine Lavoisier já usava a técnica. Lavoisier construiu uma combinação de lentes potente o suficiente para derreter ligas metálicas — usando, claro, apenas a luz solar.

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Apesar da eficiência, a lupa gigantesca de Lavoisier não foi a maior já feita. Na vila francesa de Mont Louis, ainda na Idade Média, os moradores construíram uma lente de 12 metros de diâmetro, com o único intuito de concentrar a luz solar.

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Mas nenhuma dessas lentes conseguiu a proeza que a lente de Thomas Guthrie conseguiu. Morador da cidade norte-americana de Dubois, Thomas é um senhor comum de 84 anos. Como não enxerga bem as letras miúdas, ele costuma usar uma lupa para ler as cartas que recebe.

Que azar: ao sair de casa, ele deixou sua lente próxima a uma pilha de cartas. Com o sol a pino, a luz passou pela lupa, se concentrou, e esquentou a pilha de cartas. Numa posição que nem o Inspetor Bugiganga conseguiria reproduzir, o calor do sol pôs fogo no papel, que, por sua vez, espalhou o fogo para a casa do senhor Thomas.

Para sorte do idoso, o entregador Buddy Armstrong tocava a campainha nesse exato momento. Ao perceber o fogo, Armstrong chamou os bombeiros, que apagaram as chamas e localizaram o inusitado foco do incêncio.

Você pode conferir mais casos bizarros no site do Guia dos Curiosos.

Autor: - Categoria(s): Bizarro, Cotidiano Tags: , , ,
27/10/2009 - 16:38

Quem inventou o mito da "loira burra"?

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Paris Hilton declarou: “Não sou uma loira burra”. A eterna patricinha americana parece ter se cansado dos comentários maldosos sobre sua vida. “Aquilo é uma personagem”, disse. “Tenho os pés no chão, sou esperta e sei tudo o que está acontecendo.”

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Herdeira da rede de hotéis Hilton, Paris nasceu em 17 de fevereiro de 1981. Ela ficou famosa depois de participar do reality show “Simple Life”, que mostrava suas peripécias no campo ao lado da então melhor amiga Nicole Ritchie.  Outro empurrãozinho em sua carreira foi dado por um vídeo amador de sexo protagonizado por Paris e seu então namorado, Rick Salomon. Filmado em visão noturna e em baixa resolução, a produção caiu na Internet e recebeu o nome de “Uma noite em Paris”.

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Mas a pergunta é: quem inventou esse mito da “loira burra”? Ele começou a se formar no início do século XX, quando se associou a imagem de oportunistas às garotas (frequentemente loiras e atraentes) que tentavam a sorte no showbizz norte-americano.

A “loira burra original” foi Lorelei Lee, protagonista do livro “Gentlemen Prefer Blondes” (“Os homens preferem as loiras”), escrito por Anita Loos em 1925. A adaptação para a Broadway, encarnada por Carol Channing, e depois para o cinema , com Marilyn Monroe, ajudaram a sedimentar a oposição “loira burra” x morena inteligente” no imaginário popular.  Tanto que, na literatura, a sequência de “Os homens preferem as loiras” foi justamente “Mas os cavalheiros casam-se com as morenas”, de 1927.

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Anita Loos nasceu em 26 de abril de 1888, em Sisson, Califórnia, Estados Unidos. “Os homens preferem as loiras” começou como uma piada de Anita (que era morena) a respeito da irremediável queda de um amigo por garotas oxigenadas. A história acabou sendo publicada na revista “Harper’s Bazar” e, depois, copilada no livro. Escritora, roteirista e atriz, Anita morreu em Nova York, aos 83 anos, em 18 de agosto de 1981.

Agora, veja só: Marilyn Monroe, o ícone da beleza loira, era, ironicamente, morena. Ela começou a oxigenar os cabelos ainda no início da carreira, quando percebeu que garotas loiras eram mais procuradas por produtores durante as escalações de elenco. Mesmo com a  fama, Marilyn nunca conseguiu se livrar do estereótipo. A atriz morreu em 5 de agosto de 1962, aos 36 anos. Um dos mitos atribuídos a ela diz que Marilyn tinha o hábito de oxigenar também os pelos pubianos. “Se é para ser loira em cima, também é preciso ser loira embaixo”.

Autor: - Categoria(s): Celebridades Tags: , , , , , , , , , ,
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