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21/02/2010 - 15:44

O dia em que o Coyote capturou o Papa-Léguas

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Existem dois tipos de corrida que não levam a lugar nenhum. O primeiro é a corrida em bicicleta ergométrica. Você pedala, pedala e continua no mesmo lugar. O outro é a  implacável caçada do  Coyote atrás do Papa-Léguas nos desenhos animados. Se bem que, depois de algum tempo, os telespectadores podem estar um pouco cansados da interminável corrida. Por isso, mostro aqui dois finais possíveis para a obsessão de Wile E. Coyote — que no Brasil virou “Coiote Coió”.

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Algum fanático pelo Coyote — ou simplesmente alguém que odeia o Papa-Léguas — colocou no YouTube um final nada amigável para a ave. Finalmente, depois de longos anos de busca, uma das armadilhas do caçador dá certo e ele consegue capturar sua presa. Chega a hora da tão esperada refeição. Se você tiver estômago fraco, não assista às cenas a seguir.


Já o escritor Ian Frazier imaginou um outro final  para o Coyote. Publicado na revista “New Yorker” em fevereiro de 1990, um texto do autor simula um processo de indenização do personagem contra  a empresa fictícia Acme. Cansado de tanto apanhar ao tentar capturar sua presa, Coyote decide pôr a culpa na indefectível Acme.

“Meu cliente, o sr. Wile E. Coyote, residente no Arizona e estados contíguos, vem por meio desta propor ação indenizatória para reparação de perdas e danos contra a Acme Company, fabricante e distribuidora no varejo de mercadorias variadas, fundada no Delaware e ativa em todos estados, distritos e territórios dos Estados Unidos da América.” É assim que começa o processo de Coyote contra a Acme — que tem tudo para terminar mal, uma vez que o personagem é mesmo lesado pela companhia.

Caso você queira conferir a íntegra do texto (em inglês), clique aqui.

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23/11/2008 - 18:47

Os desenhos clássicos estão de volta

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Não posso dizer que eu fui um visionário. Muitas outras crianças devem ter tido a mesma idéia. Quando tinha 7, 8 anos, eu sonhava com um canal que exibisse desenhos animados o dia inteiro. Minhas preces foram ouvidas tarde demais. Quando surgiu o Cartoon Network, em 1993, eu já era meio grandinho. Mas fiquei feliz da vida quando Ted Turner criou um segundo canal, o Boomerang,  só com desenhos clássicos. Era uma delícia rever os desenhos que marcaram minha infância: Os Flinstones, Os Jetsons, Manda-Chuva, Scooby-Doo e Jonny Quest. Só que minha alegria durou pouco. Em 2006, o Boomerang começou a mudar a programação. Os clássicos passaram a ser exibidos de madrugada. O canal ganhou uma programação teen. No começo deste ano, os desenhos velhinhos praticamente desapareceram. Minhas preces foram novamente ouvidas.  Na semana que vem, a turma toda estará de volta. Turner anuncia a criação do canal pago Tooncast a partir de 1º de dezembro (não se sabe ainda quando as operadoras brasileiras começarão a oferecer o canal aos assinantes). O público-alvo são as “crianças” das décadas de 60 e 70. Se você tem a mesma idade que eu, vai se emocionar com a abertura de Jonny Quest. Afinal, temos bons motivos para comemorar. A idéia desse canal foi nossa, não foi? 

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