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25/02/2010 - 22:51

Paysandu foi o melhor brasileiro na Libertadores

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Pronto! Todos os representantes brasileiros na Libertadores deste ano já estrearam. Como vamos falar muito sobre a competição sul-americana nos próximos meses, acho bom você conhecer algumas curiosidades. O São Paulo é o time brasileiro que mais jogou e que mais venceu a competição, três títulos em 15 participações. O Tricolor Paulista jogou, ao todo, seis finais de Libertadores.  Venceu metade. Em participações, o Palmeiras vem logo atrás, com um título em 14 Libertadores disputadas. (Confira a lista completa clicando aqui.)

Entre os times que foram campeões, o que está em jejum há mais tempo é o Santos. Desde 1963, quando foi bicampeão, o Peixe não levanta a taça. A propósito, o Santos, de Pelé, e o Flamengo, de Zico, foram as únicas equipes brasileiras que venceram a Libertadores na primeira vez em que disputaram (1962 e 1981).

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O melhor aproveitamento de um time brasileiro na história da Libertadores, entretanto, não pertence a nenhum dos campeões. O Paysandu, que disputou apenas a edição de 2003, fica com o posto. Em oito partidas, o Papão venceu cinco, empatou duas e perdeu apenas uma, para o Boca Juniors (que seria campeão) — incríveis 70,83%.

Aliás, não é à toa que os cinco brasileiros ficaram felizes porque o Boca Juniors, da Argentina, não se classificou para a Libertadores em 2010. Hexacampeões da América, os hermanos têm a mania de eliminar brasileiros pelo caminho dos títulos. Fez isso nas seis vezes em que levantou o caneco (Cruzeiro, 1977; Atlético Mineiro, 1978; Palmeiras, 2000; Vasco e Palmeiras, 2001; Paysandu e Santos 2003; Grêmio, 2007).

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O retrospecto dos brasileiros não é ruim apenas contra o Boca. Nas decisões entre brasileiros e argentinos, eles levam vantagem. Foram 12 finais, desde 1963, quando o Santos venceu o Boca. Nossos vizinhos venceram nove:

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O Corinthians é o único brasileiro que jogou a competição mais de cinco vezes e ainda não foi campeão. Em sete oportunidades (a oitava é neste ano), o time teve sua melhor campanha em 2000, quando passou por Atlético-PR e Atlético-MG no mata-mata, mas acabou eliminado nos pênaltis pelo seu maior adversário, o Palmeiras, na semifinal.

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Oito times jogaram a Libertadores uma única vez. O primeiro foi o Bangu, em 1986; o mais recente foi o Paraná, em 2007. Completam a lista Criciúma (1992), Goiás (2006), Juventude (2000), Paulista, de Jundiaí-SP (2006), Paysandu (2003) e Santo André (2005).

Confira mais curiosidades sobre a Libertadores no site Guia dos Curiosos Futebol.

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08/02/2010 - 18:42

A camisa do centenário do Corinthians de Milão

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No último dia 1º de fevereiro, a Nike apresentou o terceiro uniforme do Corinthians para a temporada do centenário. Assim como nos dois últimos anos, o roxo ganhou destaque na nova camisa. No segundo semestre do ano passado, a empresa de material esportivo vendeu uma camisa roxa e preta listrada, que lembrava a da Internazionale, de Milão (Itália).

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Esta agora traz uma cruz roxa no peito. A Nike explicou que a cruz faz uma referência a São Jorge, padroeiro do time. O design do novo uniforme guarda muitas semelhanças (outra vez!) com a cruz usada na camisa da Internazionale, também produzida pela Nike. Dentre os fornecedores de material esportivo, virou moda agora repetir os mesmos modelos em vários times e seleções ao redor do mundo.

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No caso da Inter, a cruz tem uma explicação forte. O uniforme branco e vermelho foi inspirado nas camisas que o time usou durante as temporadas de 1928 e 1945, quando foi obrigado a se fundir com outro clube, que deu origem à Società Sportiva Ambrosiana. A camisa é uma reprodução da bandeira de Milão e foi lançada — mais uma coincidência! — no ano do centenário da equipe.

Em dezembro de 2007, o advogado Baris Kaska processou o time de Milão por usar a camisa com a cruz vermelha contra o Fenerbahçe, da Turquia. Segundo o advogado, que é muçulmano, o uniforme fazia alusão às cruzadas, e simbolizava “a superioridade racista do ocidente sobre o Islã”. A cruz de São Jorge, símbolo dos cruzados, é vermelha. O mal-estar acabou aposentando a camisa mais cedo.

Na Argentina, a equipe da Nike teve um pouco mais de trabalho. Deslocou a cruz da nova camisa do Boca Juniors para a lateral. O desenho faz uma alusão à bandeira da Suécia. O primeiro uniforme do Boca era azul e branco, mesmas cores de outra equipe argentina. Os dois times fizeram um desafio para ver quem ficava com as cores e o Boca perdeu. Os jogadores foram, então, para a entrada do porto e decidiram escolher as cores da bandeira do primeiro barco que entrasse ali. Era um barco sueco.

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09/01/2010 - 21:21

Américas, Atléticos e outros homônimos

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Com a temporada 2010 do futebol batendo à porta, vale a pena dar uma olhada nos times que vão disputar os 27 campeonatos estaduais — levando em conta o Distrito Federal.

Além do tradicional America carioca — o único sem acento! —, outros cinco Américas vão jogar as primeiras divisões dos estaduais. Em Minas Gerais, são dois: o América Mineiro e o América de Teófilo Otoni. Fora esses, ainda contam com Américas os estaduais de Sergipe, Rio Grande do Norte e Amazonas.

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A lista de Atléticos é ainda mais extensa. Três deles estão na Série A do Campeonato Brasileiro: o mineiro, o paranaense e o goianiense. Nos Estados, os torcedores ainda encontrarão Atlético de Ibirama (SC), Atlético de Alagoinhas (BA), Atlético Roraima, Atlético Acreano, Atlético Cajazeirense (PB) e o Atlético Ceilandense (DF) — ex-Sociedade Esportiva Ceilandense, que mudou de nome recentemente. Se você perdeu a conta, são nove Atléticos. Tem ainda o Atlético Monte Azul, daqui de São Paulo, que é mais conhecido apenas por Monte Azul. Dá pra organizar um campeonato só com times homônimos!

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Outros times que devem ser acompanhados de perto são os quatro Corinthians (SP, RN, PR e AL), quatro Botafogos (RJ, PB, SP e DF), dois Cruzeiros (MG e RO), dois Flamengos (RJ e PI), dois Vascos (RJ e AC) e dois Palmeiras (SP e MT).  Fique de olho também no clássico amapaense entre Santos e São Paulo.

Quer ver mais escudos de times? Confira o livro “Escudos dos Times do Mundo Inteiro”.

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11/12/2009 - 21:00

Os casos de doping nos campos brasileiros

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O atacante Jobson, que jogou o Brasileirão pelo Botafogo, é o mais recente caso de doping no futebol. Na partida contra o Coritiba, dia 8 de novembro, o jogador foi pego no exame antidoping por uso de cocaína. Jobson estava emprestado ao alvinegro carioca pelo Brasiliense, e tinha um pré-contrato assinado com o Cruzeiro para a próxima temporada. Caso o doping se confirme, e o atacante seja suspenso, é improvável que ele vá para a equipe mineira.

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Depois de vencer o Campeonato Brasileiro de 1990 pelo seu clube do coração, o Corinthians, Dinei passou pelo futebol suíço e por Guarani, Portuguesa, Internacional e Cruzeiro, antes de chegar ao Coritiba, em 1996. Foi quando um teste antidoping deu positivo para cocaína, e o jogador admitiu ser usuário da droga. Ele foi suspenso por 240 dias. Em 1998 voltou para o Corinthians e venceu mais dois Brasileiros e o Mundial de Clubes da Fifa.

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Mas nem sempre a culpa pelo doping é do atleta. Foi o caso de Dodô, do Vasco, em 14 de junho de 2007. Em um teste feito depois da partida Botafogo 2 x Vasco 0, dois gols do atacante, ficou constatado que a urina de Dodô continha a substância femproporex, usada para perda de peso. Dodô jurou de pés juntos que não havia consumido nada fora do clube. A palavra dele só foi confirmada depois que testes feitos pela USP detectaram a femproporex em comprimidos de cafeína servidos pelo clube aos jogadores. Mesmo assim, o atacante foi suspenso por 2 anos, e deve voltar aos gramados no ano que vem.

Um dos mais antigos casos de doping no Brasil foi o do atacante Campos, do Atlético Mineiro. Em 1973, Campos foi atingido pelo joelho do zagueiro vascaíno Renê — o mesmo que marcou o pênalti que resultaria no milésimo gol de Pelé. Tomando remédios para se recuperar, o jogador atleticano foi suspenso por 60 dias, depois que o exame antidoping apontou a substância efedrina em sua urina.

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Quer mais? Entre no Guia dos Curiosos Futebol e veja mais casos de doping.

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13/10/2009 - 10:32

Hoje é o dia do corintiano!

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  Hoje é comemorado o Dia do Corintiano! Eu sou corintiano e até já escrevi um livro sobre isso.

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A data foi escolhida por marcar o dia que todo corintiano que se preze conhece bem: 13 de outubro de 1977 . Aquele foi o dia em que time quebrou um jejum de 22 anos e se consagrou novamente campeão paulista. No livro “Fiel 100 anos”, que acaba de ser lançado, muitos torcedores deram suas versões para o “corintianismo”. Eu fui um deles, convidado pelo autor, o escritor Lázaro Simões Neto (Lalau).

O time nasceu no bairro paulistano do Bom Retiro, em 1910. Cinco funcionários da estrada de ferro São Paulo Railway ficaram impressionados com o clube inglês Corinthian Team  (que naquele ano excursionava pelo Brasil) e resolveram criar também um time de futebol. O termo “Corinthian” era utilizado na Inglaterra no início do século XIX. Ele era aplicado aos cavalheiros e nobres que praticavam ou patrocinavam esportes. Quem sugeriu esse nome para o novo clube foi Joaquim Ambrósio, um dos fundadores. No entanto, nomes como “Santos Dumont Futebol Clube” e “Carlos Gomes” também foram considerados.

Você encontra dezenas de curiosidades sobre o Timão aqui.

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30/08/2009 - 17:24

A camisa do centenário do Corinthians

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Gostei da nova camisa número 3 do Corinthians. Ela mistura o preto com o roxo e foi anunciada como a camisa comemorativa do centenário corintiano, em 2010. É mais bonita que a toda roxa, embora parte da torcida continue não gostando dessa inovação. Os detalhes em dourado fazem lembrar a camisa usada na Libertadores de 2006. Era uma camisa linda, mas a eliminação traumática para o River Plate aposentou o modelo antes da hora. Só que mais legal que a camisa é o comercial que a Nike fez para seu lançamento. Os comerciais da Nike são mesmo incríveis!

O livro que aparece bem no começo do comercial já foi apresentado aqui: “A História das Camisas dos 12 Maiores Times do Brasil”. Outro detalhe mostra que esse novo modelo pode ter sido pensado no ano passado.  Mas só agora foi utilizado.  Repare que, aos 17 segundos do comercial, o designer aparece circulando o modelo em vermelho.  O patrocinador que aparece naquele momento é a Medial, e não a Batavo.

Em tempo: já que este post deve estar sendo lido por uma maioria corintiana, aqui vai a dica do primeiro livro que trata dos 100 anos do Corinthians. Uma homenagem ao torcedor. “Fiel 100 Anos” já está nas livrarias. A noite de autógrafos será no próximo dia 10/09 na Saraiva do Shopping Anália Franco, em São Paulo.

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20/08/2009 - 23:34

Times de futebol com nome de gente

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Sabia que o Corinthians quase foi batizado com nome de gente? Na reunião de criação do time, as opções de nome eram Santos Dumont, o inventor do avião, e Carlos Gomes, o compositor. Nenhum dos dois agradou e, durante a votação, o Corinthians passou a se chamar Corinthians. Bem, mas se você procurar, vai encontrar outros times  batizados com nome de gente.

O Robin Hood F.C., do Suriname, não podia roubar dos ricos para dar aos pobres. Isso porque em 1945, ano de fundação do clube, os jogadores ainda entravam em campo descalços, por falta de dinheiro. Robin Hood existiu ou não?  Não se sabe. O chamado “Príncipe dos Ladrões” teria sido uma espécie de herói inglês do século XIII, nos tempos do rei Ricardo Coração de Leão. Já a Association Culturelle Jeanne D’Arc, fundada em 1921 no Senegal, pegou o nome emprestado de um personagem revolucionário. O país africano foi colonizado principalmente por franceses, o que talvez tenha influenciado na escolha do nome de Joana D’Arc, heroína da Guerra dos Cem Anos, entre França e Inglaterra.

Bernardo O’Higgins, um dos “libertadores da América”, dá nome a uma equipe do país que ajudou a libertar, o Chile. O Club de Deportes O’Higgins de Rancagua foi fundado em 7 de abril de 1955, mas não é tão vitorioso quanto o seu homenageado. Durante toda sua existência, nunca levantou uma taça de campeão.

Ainda na América do Sul, o nome do  Club Presidente Hayes, do Paraguai,  foi inspirado no político e presidente dos Estados Unidos Rutherford Hayes (foto ao lado), que foi mediador de uma briga diplomática entre paraguaios e argentinos. Veja se consegue  adivinhar a favor de quem ele decidiu a pendenga… Uma coincidência interessante é que o maior craque da história do time foi o zagueiro Kiko Reyes, quase um homônimo do presidente que dá nome ao time.

Em Portugal, o escolhido para dar nome a um time de futebol foi o escritor Gil Vicente, autor de “Auto da Barca do Inferno”, entre outras obras. O Gil Vicente Futebol Clube foi fundado em 3 de maio de 1924, em Barcelos — mesma cidade em que  Gil Vicente nasceu, 459 anos antes. Apesar do nome imponente, a melhor colocação do time no Campeonato Português foi um quinto lugar, na temporada 1999/2000.

De Cochabamba, na Bolívia, vem o Club Jorge Wilstermann. O nome é o mesmo do primeiro piloto de aviões comerciais do país, que nasceu na cidade onde o time foi fundado. Ele morreu em um acidente aéreo anos antes da fundação da equipe, que aconteceu em 24 de novembro de 1949. O aeroporto internacional da cidade de Cochabamba também leva o nome de Wilstermann. O escudo do time tem uma asa de cada lado. A estreia de Galvão Bueno como narrador esportivo na TV aconteceu em um jogo do Jorge Wilstermann. O time boliviano jogou duas vezes contra o Flamengo pela segunda fase da Libertadores de 1981, uma em 13 de outubro e a outra no dia 30 do mesmo mês.

E os times brasileiros? O mais curioso de todos é a Associação Desportiva Perilima, de Campina Grande (PB), que teve o nome inspirado nas sílabas iniciais do nome de uma pessoa: Pedro Ribeiro Lima. Nunca ouviu falar?  Pedro Ribeiro Lima é presidente do próprio Perilima.

Quem é que me ajuda a lembrar de outros?

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03/08/2009 - 13:16

A história das camisas dos 12 maiores times

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Você sabia que praticamente todos os chamados times grandes do Brasil já jogaram com um uniforme diferente do tradicional? O exemplo mais recente é a camisa roxa que o Corinthians lançou no ano passado. Agora o Palmeiras anuncia que seu terceiro uniforme para 2009 será azul.

No livro “A História das Camisas dos 12 Maiores Times do Brasil”, que será lançado hoje, na Livraria Cultura, do Shopping Market Place, em São Paulo, os autores Paulo Gini e Rodolfo Rodrigues trazem os 2.000 modelos diferentes que os clubes usaram desde que foram fundados. Eles mostram também as trocas de patrocinadores e de fornecedores de material. Nenhum detalhe foi esquecido.

Em 2000, o Atlético Mineiro reeditou pela primeira vez em 60 anos uma camisa totalmente preta. Ela foi feita para ser usada nos jogos internacionais da Libertadores. O sucesso entre os torcedores foi tanto que até hoje o Galo tem uma camisa totalmente preta.

Jogando contra o time do Engenho de Dentro, em 7 de maio de 1933, o Botafogo usou uma camisa vermelha com a gola branca. Isso aconteceu porque o time adversário usava um uniforme listrado azul e branco, que poderia ser confundido com a vestimenta tradicional do Fogão. Em outras três ocasiões, pelo mesmo motivo, o Botafogo foi obrigado a usar camisas de cores diferentes: em 1923, uma verde, emprestada pelo time do Andaraí; em 1968, uma azul emprestada pela Adeg, administradora do Maracanã; e em 1975, de amarelo, camisa emprestada pelo time da Suderj.

Para homenagear o Torino, da Itália, que havia acabado de perder todos os jogadores e comissão técnica em um acidente aéreo, o Corinthians vestiu a camisa do clube. Foi contra a Portuguesa, no Pacaembu, no dia 8 de maio de 1949.

Feita especialmente para a Libertadores de 2004, a camisa azul-celeste do Cruzeiro faz parte da primeira geração de camisas com uma coroa acima do escudo do clube. A chamada tríplice coroa faz referência à temporada de 2003, em que o Cruzeiro foi campeão mineiro, da Copa do Brasil e do Campeonato Brasileiro.

Ano passado, depois de uma briga judicial com a fornecedora de materiais esportivos, o Flamengo fez suspense e entrou em campo no Campeonato Brasileiro usando uma camisa com três interrogações no lugar da logomarca. Derrotado na Justiça, o time voltou a usar a camisa anterior poucas partidas depois.

A camisa laranja do Fluminense foi lançada no centenário da equipe, em 2002, e não agradou os torcedores. O Tricolor usou a camisa apenas no segundo tempo de um amistoso. Atualmente, uma das camisas de treino do Flu é dessa cor.

E o Grêmio, que, acredite, já jogou de vermelho? Na verdade, a cor era o havana, um parente  do vermelho. Foi a primeira camisa do time, em 1903. Depois, o havana foi substituído pelo preto porque os tecidos eram caros demais, e até raros. Em compensação, em 1987, a Coca-Cola  teve que colocar sua logomarca em preto na camisa do Grêmio, e não no tradicional vermelho, cor do maior rival. Foi a primeira vez que isso aconteceu.

A exemplo dos argentinos do River Plate, o Internacional já jogou de branco com uma faixa diagonal vermelha. Durante boa parte da década de 1950, uma das camisas do time tinha essa composição. Em 1995, o segundo uniforme também era assim.

Na final do Paulistão de 1954, que aconteceu em fevereiro do ano seguinte, o Palmeiras enfrentou seu maior rival, o Corinthians, usando uma camisa azul. A escolha teria acontecido por conselho de um pai-de-santo — que errou o prognóstico. O empate de 1 x 1 deu o título ao Corinthians.

“Paz” foi a primeira inscrição que apareceu na frente da camisa do Santos. A palavra não era parte de um patrocínio, foi escrita em apoio a uma campanha que acontecia na cidade de São Paulo em 1983. Um patrocínio curioso que apareceu na camisa do Santos foi o do Lenços de Papel Kleenex, em 1986.

O marketing esportivo ainda estava engatinhando em 1997. Talvez por isso a camisa do São Paulo, que tinha escrito “Bom…???”, tenha causado tanta surpresa. Ela foi usada em apenas um jogo, contra o Cruzeiro, e deu sorte: 5 x 0, cinco gols de Dodô. A brincadeira serviu para anunciar o futuro patrocinador do time: a esponja de aço Bombril.

Muitos clubes não tiveram a chance de homenagear seus maiores ídolos enquanto eles ainda estavam jogando. Não foi o caso do Vasco, que entrou em campo no dia 24 de março de 1983 com a frase “Valeu Roberto!” estampada na camisa. Até Zico, maior jogador da história do Flamengo, atuou no onze cruz-maltino naquela partida contra o La Coruña, da Espanha. Mesmo assim, os europeus venceram por 2 x 0.

O lançamento do livro será hoje, a partir da 19h, na Livraria Cultura, do Shopping Market Place, que fica na avenida Chucri Zaidan, 902, em São Paulo. Além de autografar os livros, os autores — que colecionam camisas de futebol — levarão algumas raridades que poderão ser conferidas para ficarem expostas.

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04/05/2009 - 20:03

Como o Corinthians "embrulhou" o Peixe

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Meu amigo Antonio Mier enviou esse anúncio da Nike e garante que ele é verdadeiro. Não sei, não… Parece mais tiração de sarro dos corintianos para cima dos santistas.

Autor: - Categoria(s): Esporte, Humor Tags: , , ,
28/02/2009 - 16:21

As fenomenais garotas do Pop's Drinks

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Ronaldo é mesmo um fenômeno de marketing. O inferninho visitado por ele e pela diretoria corintiana em Presidente Prudente (SP) ficou da noite para o dia mais famoso que a Casa da Eny, bordel que já foi até tema de um livro muito bom do jornalista Lucius de Mello. O Pop’s Drinks tem um site, que não é atualizado há bastante tempo. Também eles não esperavam tamanha notoriedade de uma hora para outra! A agenda exibe alguns shows programados para 2004 e 2005. No mapa do site, o nome do ex-presidente que dá nome à avenida da boate é grafado como Jucelino Kubitsh (sic!). Esqueça o português. O forte da Pop’s parece ser o show de pole dance ( a dança do poste). É o que mais se vê nas fotos de sete garotas bem desinibidas que aparecem no site (impróprio para menores de 18 anos): Brenda, Cris, Gabi, Graziela, Renata, Sabrina e Vivian. Quem está interessado em saber quando Ronaldo irá estrear no Corinthians? A pergunta agora é: com qual delas o Fenômeno tentou entrar de volta ao hotel às 5h30 da manhã?

Autor: - Categoria(s): Celebridades, Esporte, sites Tags: , , , , , ,
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