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28/01/2010 - 20:55

Uma coleção diferente a cada dia do ano

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Eu sou um aficionado por coleções. Junto de tudo: girafas e pandas em miniatura, latinhas de refrigerante, carrinhos, bonequinhos de vilões, camisetas do Hard Rock Cafe, minicraques, livros de futebol… A única coleção que não me atrevo a começar é de camisas de futebol por causa do preço exorbitante (se bem que devo ter umas 40 no guarda-roupa do quarto do meu filho mais velho, o único lugar que estava com espaço em casa).

A artista norte-americana Lisa Congdon compartilha do meu vício — mas, por incrível que pareça, em um nível. Ela começou a fazer o blog “A Collection a Day” no primeiro dia de 2010. Na página, pretende mostrar uma coleção por dia, todas com fotografias — ou desenhos, já que Lisa também adora desenhar.

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Em 6 de janeiro, por exemplo, Lisa trouxe uma coleção de pregadores. Cinco dias antes, no dia 1º, foi a vez da coleção de borrachas antigas. Ela promete muitas surpresas até o último dia do ano.

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“Estou embarcando neste projeto porque amo minhas coleções”, explica Lisa na página inicial.  Conheço gente que coleciona avisos de “Não Perturbe” de hotéis, areia de praia, sacos de enjoo. Você também tem uma coleção diferente? A Lisa, pelo visto, tem umas 365.

Autor: - Categoria(s): Listas, sites Tags: ,
08/05/2008 - 23:11

O museu da família Duarte

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Quem me conhece sabe que eu adoro colecões. Minhas e dos outros. Sempre foi assim. Na infância, colecionei selos, álbuns de figurinhas, revistas sobre futebol. Hoje tenho mais uma porção de coleções em casa. Essa mania está no sangue da família Duarte. Meu avô trazia um envelopinho com selos sempre que ia em casa. Meu pai também adora uma coleção. Meu primogênito, Rodrigo, está indo pelo mesmo caminho. Mas nenhum de nós é páreo para meu tio, Agenor. Ele mora em Pouso Alegre, no interior de Minas Gerais, e transformou a casa dele num verdadeiro museu da família. Este da direita é o meu tio (ele adora uma piada!):

Até vidrinhos de geléia ele guarda num armário. Uma boa lembrança que vi lá foi o relógio que pertenceu aos meus avôs. De hora em hora, ele dava as suas badaladinhas. Estava lá também a cadeira de balanço, o gramofone e outras relíquias. Levei o Rodrigo e a Beatriz, meus filhos mais velhos, para conhecer a história da família. Na foto abaixo, a Bia dá uma olhada numa câmera fotográfica antiga, que está nas mãos de meu pai.

Passamos boas horas folheando também álbuns com fotos antigas. Pela primeira vez, vi uma foto dos meus bisavós. Mas a minha preferida é esta aqui: vovô Agenor, vovó Emília e os quatro netos mais velhos (no total, foram oito). Eu estou no colo do meu avô. Esta foto estava na sala do apartamento deles, em Higienópolis, e me traz recordações sempre muito boas.

Preservar a história da família é muito importante. Minha mulher, Maísa, acaba de lançar um livro maravilhoso sobre isso. O nome do livro é “A Árvore da Família”. Pois bem: a árvore da família Duarte está sendo regada pelo nosso querido tio Agenor.

Autor: - Categoria(s): Baú, Cotidiano, Sem categoria Tags: ,
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