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26/02/2010 - 17:04

Você tem 1 minutinho para ver um longa-metragem?

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Virou moda no YouTube. Fãs de cinema decidiram fazer suas próprias edições dos filmes favoritos. Assim nasceram as versões em 5 segundos de “Star Wars”, “Pulp Fiction” e “Titanic” (vídeo abaixo), entre outros. Mas a brincadeira ficou séria mesmo quando a revista “Empire” fez um concurso para eleger os melhores resumos de produções hollywoodianas. O tempo era maior – 1 minuto – e os candidatos foram obrigados a regravar as cenas.

Estudantes que integram a Sociedade de Cinema da Universidade de York, na Inglaterra, fizeram sua versão em 60 segundos de “Forrest Gump” para a competição da revista. Composta por alunos dos mais diversos cursos, a Sociedade de Cinema é totalmente amadora, e não tem grandes verbas para realizar seus filmes. O trio de diretores, formado por Joe Burgess, Rocco Sulkin e Will Tribble, ainda fez sua própria versão de “Kill Bill”, e pretende homenagear George Lucas com um “Star Wars” de 1 minuto. Em apenas um mês de exibição no YouTube, a cópia de “Forrest Gump” ultrapassou a marca de 1 milhão de espectadores.

Tem mais:  um dos diretores de fim-de-semana, o inglês Mark Wong, demorou cerca de 9 meses para realizar cada um de seus filmes de 1 minuto. Entre as produções realizadas por ele estão “Pearl Harbor” e “Top Gun”. Na competição da revista “Empire”, ele ficou entre os sete finalistas, mas não venceu. A semelhança com o filme real é tanta que Mark construiu um hangar de aviões em tamanho real no quintal de casa só pela brincadeira. Em “Top Gun”, Mark ficou no papel que pertenceu, originalmente, a Tom Cruise.

Os vencedores da competição foram os “cineastas por acidente” Stephen Power e Conal O’Meara, que gravaram “Jerry Maguire”. A lista de finalistas inclui ainda versões de “Seven”, “Pearl Harbor”, “O Cavaleiro das Trevas” e “Cloverfield”. É possível assistir a todos os vídeos no site do concurso.

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24/01/2010 - 23:09

O futebol de rua ao redor do mundo

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É difícil encontrar no Brasil um menino que não ganhou, dentre seus primeiros presentes, uma bola. Fora as meninas que, contrariando o senso comum, pegam gosto em chutar a redonda — e mais tarde se tornam craques como Marta e Cristiane, da Seleção Brasileira de futebol feminino.

Mas não é sobre ídolos que estou querendo escrever. O futebol em estado puro acontece longe dos refletores dos estádios e da grama macia (se bem que muitos estádios brasileiros mais parecem um queijo suíço…).  São  loucos por futebol, que jogam na praça, na rua, na praia ou em qualquer outro lugar, fazendo do esporte o mais popular do mundo.

Luke Boughen faz parte desse contingente. Ele chegou a jogar pela Universidade de Notre Dame, na França, mas não conseguiu se profissionalizar. Foi lá que conheceu a aluna de pós-graduação Gwendolyn Oxenham, que jogava pela universidade e chegou a atuar pelo time feminino Santos, em 2005. Já Rebekah Fergusson estudou na mesma instituição que Gwendolyn havia estudado antes, a Universidade Duke, nos Estados Unidos, e também jogou futebol por lá.

Os três se juntaram ao cineasta Ryan White — esse nunca foi de jogar futebol — e resolveram produzir um documentário que abordasse esse outro lado do futebol, o não-profissional, o futebol de rua. Assim surgia o “The Soccer Project”, que mais tarde se transformou em “Pelada” (clique aqui e veja o trailer).

socproject gang

Durante um ano, o grupo viajou por 25 países gravando imagens de peladas. São imagens de crianças jogando em Gana, uma carioca  na praia e até  prisioneiros bolivianos. Tem de tudo.  A ambição do filme é chegar aos grandes festivais de cinema em 2010, como o Cannes e o Sundance. Para tanto, eles estão pedindo pela internet  doações para finalizar a pós-produção. Essas doações podem ser feitas pelo site oficial do projeto.

Quem passou a dica foi o fotógrafo Caio Vilela, que teve a mesma ideia. Ele fotografou futebol nos lugares mais inóspitos do mundo e lançou o livro “Futebol Sem Fronteiras“. As fotos de Caio também estão em exposição no Museu do Futebol, em São Paulo, até o dia 14/3.

Autor: - Categoria(s): Cinema, Esporte Tags: , ,
18/01/2010 - 20:41

Uma versão (bem) clonada de "Cidade de Deus"

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No final de 2009, o jornal inglês The Times publicou uma lista com os 100 melhores filmes da década. Dentre eles, na 66ª colocação, estava o brasileiro “Cidade de Deus”, dirigido por Fernando Meirelles e co-dirigido por Kátia Lund.

Apesar de não ser o único grande filme da carreira de Meirelles — que fez ainda “O Jardineiro Fiel” (2005) e “Ensaio Sobre a Cegueira” (2008) —, “Cidade de Deus” foi um marco no cinema brasileiro. Abriu caminho para o interesse por fitas brasileiras. Assim,  filmes como “Se eu Fosse Você 2”, lançado no ano passado, alcançaram  grandes bilheterias.

Se depender dos estudantes de Audiovisual da USP, o cinema brasileiro continuará em alta. Durante um simples exercício da faculdade, a turma de 2007 regravou uma cena da obra-prima de Meirelles. Abaixo, você vê primeiro o original e depois a regravação. É ou não é de cair o queixo?

Autor: - Categoria(s): Cinema Tags: , ,
02/10/2009 - 17:26

As crianças de "A Noviça Rebelde" 40 anos depois

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Fui ver o musical “A Noviça Rebelde” no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, no sábado passado. Gostei tanto que fiquei com vontade de rever o filme estrelado por Julie Andrews em 1965. Não será difícil, pois meus pais têm o DVD. No caminho de volta, fiquei imaginando o que estariam fazendo hoje as crianças de  “A Noviça Rebelde”. A “Santa Internet” me ajudou a matar a dúvida.  Os sete filhos do austero capitão Von Trapp (interpretado por Christopher Plummer) reuniram-se novamente quatro décadas depois do fim das filmagens nesse vídeo aqui:

A atriz que interpretava a filha mais velha, Liesl, chama-se Charmian Carr. Filha de uma atriz e um músico, Charmian nasceu em 27 de dezembro de 1942 e foi escolhida para o papel em 1964, desbancando atrizes como Sharon Tate e Mia Farrow. Apesar do sucesso, ela nunca mais fez nenhum grande filme. Na falta de uma, ela escreveu duas autobiografias: “Liesl” (2000) e “Letters to Liesl” (2001).

A canadense Heather Menzies, que no filme viveu Louisa, seguiu a carreira de atriz até os anos 1980. Quando seu marido, Robert, descobriu que tinha câncer, ela ajudou a abrir um fundo de pesquisa contra a doença, na Universidade de Michigan. Três anos depois, em 2002, Robert faleceu. Atualmente Heather  vive em Los Angeles, nos Estados Unidos, onde cuida dos três netos.

Nicholas Hammond, o ator que interpretou Friedrich, também foi o primeiro Homem-Aranha da televisão. Ele viveu Peter Parker por três anos, ou 13 episódios, de 1977 a 1979. Durante as filmagens de “A Noviça Rebelde”, o ator teve que usar sapatos com salto, porque era cerca de 6 centímetros mais baixo que Heather Menzies, com quem contracenava.

A pequena Marta se chama Debbie Turner e hoje tem 53 anos (foto abaixo). Durante as filmagens, vários dentes-de-leite da atriz, na época com 9 anos, caíram. Para a diferença não ser percebida pelos cinéfilos, a produção do filme colocava dentes falsos no lugar dos perdidos.

debbie

A caçula da família Von Trapp, Gretl, foi vivida pela atriz Kym Karath. Em apenas uma cena do filme, Gretl foi interpretada por outra criança. Kym engordou alguns quilos durante as gravações. Na última cena do filme, Gretl aparece nos ombros do capitão Von Trapp. Como já estava pesada demais para ser levantada, Kym foi substituída por uma dublê mais jovem e mais leve.

O rechochudo Kurt  é, na verdade, o ator Duane Chase. Ele seguiu a carreira de ator somente até o fim do colegial. Seu último trabalho foi no seriado “The Big Valley” (“O Grande Vale”), em 1965. Anos depois, ele se tornou mestre em Geologia pela Universidade do Alabama.

O maior papel interpretado por Angela Cartwright não foi o de Brigitta Von Trapp. A atriz fez parte do elenco da série “Perdidos no Espaço” (1965), como a personagem Penny Robinson. Seu último trabalho como atriz também foi em “Perdidos no Espaço” (1998), mas na versão para o cinema. Apesar de ter participado da versão para televisão em um papel de destaque, no cinema sua personagem não tinha nem nome.

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28/09/2009 - 10:35

Os 25 piores filmes de todos os tempos

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Você escolhe o filme com carinho, compra pipoca quentinha e consegue um ótimo lugar no cinema. Só que o filme é ruim de doer – enredo mirabolantes, péssimas atuações e trilha sonora nada memorável. Cansado desse tipo de situação, Renzo Mora enumerou algumas das piores experiências cinematográficas de todos os tempos no livro “Cinema Falado – 25 filmes que podem arruinar sua vida”.

Dirigido por Brian de Palma, adaptado de um livro de Tom Wolfe e com um elenco estelar que incluía Tom Hanks e Bruce Willis. Nem isso conseguiu redimir “A Fogueira das Vaidades” (1990) do primeiro lugar. De acordo com Renzo “Qualquer idiota pode fazer um filme ruim. Mas é preciso um gênio para pegar um dos livros mais interessantes dos anos 80 e um dos melhores atores de sua geração e fracassar retumbantemente.”

Garota boazinha vai para a cidade grande para perseguir seu sonho: tornar-se dançarina. O que acontece? Ela se torna uma “showgirl”, dançando nos balcões de bares em Las Vegas, mas nem por isso deixa de encontrar um grande amor. O que você pode esperar do filme “Showgirls”, dirigido por  Paul Verhoeven e estrelado pela ilustre desconhecida Elizabeth Berkley? “Performances risíveis”, “garantia de breguice” e “um delicioso tempero de pornografia”. E o segundo lugar da lista.

Filmes antigos também podem ser bastante ruins. “Sinceramente Teu” (1955), de Henry Blake, conta o drama de um pianista que começa a ensurdecer. Então ele passa o resto do longa metragem lendo lábios e observando dramas de desconhecidos, observados do alto da sua cobertura, por meio de indefectíveis binóculos.

“Você vai acreditar que um pato pode falar”. Afinal, o produtor executivo George Lucas gastou 2 milhões de dólares na fantasia do pato e colocou nada menos do que 8 atores diferentes lá dentro. A pérola é “Howard, o Pato” (1986), dirigida por Willard Huyck. Quem pagou a maior parte do mico como o pato interaláctico que cai na Terra e forma uma banda de rock foi o ator Ed Gale. O filme tem até mesmo uma cena com o passo de dança  “Moonwalk”, de Michael Jackson.

A lista segue com menções até mesmo clássicos como “Cleópatra” (1963), estrelado por Elizabeth Taylor. Confira o resto da lista feita por Renzo Mora:

5. “Hudson Hawk – O falcão está à solta” (1991)
6. “Ishtar” (1987)
7. “Duna” (1984)
8. “Lambada, a dança proibida” (1990)

9. “Cleópatra” (1963)
10. “Contato de risco” (2003)
11. “Mulher gato” (2004)
12. “Serpentes à bordo” (2006)
13. “Batman e Robin” (1997)
14. “Casseta & Planeta – A taça do mundo é nossa” (2003)
15. “Cinderela baiana” (1998)
16. “Jesus Cristo, caçador de vampiros” (2001)
17. “Jesus Zumbi!”(2007)
18. “Manos, as mãos do destino” (1966)
19. “Beto Rockefeller” (1970)
20. “Glen ou Glenda” (1953)
21. ‘Plano 9 do Espaço Sideral’ (1959)
22. “O cérebro que não queria morrer” (1962)
23. “A reconquista” (2000)
24. “Papai Noel conquista os marcianos”(1964)
25. “Salve-se quem puder” (2007)

Na sua opinião, algum filme ruim ficou fora dessa lista?

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13/09/2009 - 18:53

Se o cinema ainda fosse mudo

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Em 1894, os irmãos franceses Auguste e Louis Lumière inventaram um aparelho que fotografava imagens e as projetava a 16 quadros por segundo. Em dezembro de 1895, os irmãos Lumière colocaram 100 cadeiras diante de um enorme pano branco em um estabelecimento no centro de Paris e realizaram as primeiras projeções cinematográficas.

lumiere

Para muitas pessoas, o espetáculo era chocante! Cenas aparentemente banais, como a do trem chegando a uma estação, faziam com que alguns abandonassem a  sala de projeção às pressas, com medo de o trem realmente sair da tela.

As primeiras produções eram sem som. O acompanhamento musical era feito ao vivo, dentro da própria sala de cinema por um pianista ou outro músico. O cinema mudo imperou até 1927, quando um sistema conhecido como Vitaphone conseguiu sincronizar de maneira eficiente som e imagem. Você já imaginou como seria se o cinema ainda fosse mudo?

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23/08/2009 - 13:01

A pior cena de luta de todos os tempos

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O site Today’s Big Thing classificou a cena abaixo como “a pior cena de luta de todos os tempos”. Realmente, o duelo mortal dos atores do filme “Undefeatable” (1993) é bastante sofrível. O filme, cujo nome original é “Cui hua kuang mo”, foi dirigido pelo chinês Godfrey Ho, produzido em Hong Kong e lançado nos Estados Unidos direto em VHS.

Autor: - Categoria(s): Bizarro, Cinema, Humor Tags: , , ,
31/07/2009 - 17:36

Chita, companheira de Tarzan, lança sua biografia

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A simpática chimpanzé que acompanhava o Tarzan interpretado pelo ator Johnny Weissmuller acaba de lançar sua autobiografia. Autobiografia? Como assim? Intitulada “Me Cheteta” (“Mim Chita”), a obra foi escrita pelo “ghostwriter” James Lever e conta a trajetória de um dos primatas mais famosos do cinema.

Chita, cuja nome verdadeiro é Jiggs, nasceu na década de 1930 na selva da Libéria, na África. O livro também revela que “Chita” é um chimpanzé macho, capturado exclusivamente para estrelar o primeiro filme do personagem Tarzan – “Tarzan – The Ape Man” (“Tarzan – o Homem Macaco”), em 1932. No total, doze chimpanzés fizeram o papel de Chita ao longo da história.

Aos 76 anos de idade, o chimpanzé Jiggs vive tranquilamente em Palm Springs. De acordo com o “Guinness – O Livro dos Recordes” é o mais velho primata ainda vivo.

PS: Chita é uma das personagens de meu “O Guia dos Curiosinhos – Super-Heróis”.

Autor: - Categoria(s): Animais, Cinema, livros Tags: , , , , , ,
27/02/2009 - 13:26

O engorda-emagrece-engorda

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A melhor notícia de hoje é do professor australiano que resolveu engordar 40 quilos para depois mostrar a seus alunos que emagrecer não é tão difícil assim. O cara era todo musculoso e agora está com uma barriga indecente. Mas o que ele resolveu fazer já foi feito várias vezes por artistas, que precisam emagrecer ou engordar, tudo em nome de seus personagens:

Adrien Brody
O ator perdeu 30 quilos para viver o instrumentista judeu de “O Pianista” (2002), dirigido por Roman Polanski. O esforço valeu a pena: Brody ganhou um Oscar pelo papel.

Camila Morgado
Para viver Olga Benario, esposa do militante Luiz Carlos Prestes, Camila teve que perder ao longo das filmagens 7 quilos. A dieta dos pontos lhe ajudou na empreitada, que, segundo ela, foi mais difícil que raspar os cabelos.

Charlize Theron


A ganhadora do Oscar engordou 15 quilos para interpretar a serial killer do filme “Monster” (2003). Além disso, ela remodelou o rosto com silicone.

Christian Bale
Para fazer “O Operário” (2004), Christian precisou emagrecer 28 quilos. Seu personagem no filme tem a saúde deteriorada porque sofre de insônia

Daniel Oliveira
O ator perdeu 15 quilos para viver Cazuza no longa “Cazuza – O Tempo Não Pára” (2004). O cantor morreu aos 32 anos por conseqüência da Aids.

Deborah Secco
A atriz deu duro para alcançar os 51 quilos exigidos pela personagem Darlene, da novela Celebridade. Cortou doces e baixou um decreto em casa: nenhum empregado podia lhe oferecer comida se ela acordasse acima do peso.

Fernada Souza
A atriz engordou 7 quilos para viver a “fofinha” rejeitada da novela “O Profeta”. Como não foi suficiente, ela ainda teve que usar enchimentos.

Kate Beckinsale
O papel de Ava Gardner em “O Aviador”  (2004), de Martin Scorsese, obrigou a atriz a engordar 9 quilos.

Renée Zellweger


Para viver a protagonista de “O Diário de Bridget Jones” (2001), a atriz engordou 10 quilos. Depois, perdeu tudo. Big Mac com batatas, milk-shake e donuts com pasta de amendoim garantiram que ela ganhasse os 14 quilos necessários para viver novamente a personagem na seqüência de O Diário de Bridget Jones. O cachê de 15 milhões de libras compensou o sacrifício. Além disso, a empresa de produtos Vigilantes do Peso ofereceu 32 milhões de dólares para transformá-la em sua garota propaganda e mais 300 mil extra por cada quilo perdido.

Robert De Niro


Em “Touro Indomável”(1980), De Niro aparece 20 quilos acima de seu peso usual. Ele faz o papel do boxeador Jake La Motta, cuja vida é narrada na história. O ator ganhou um Oscar pelo longa.

Rodrigo Santoro
O ator perdeu 10 quilos em 2005 para participar da minissérie Hoje é Dia de Maria 2. Seu personagem passa fome na história.

Tom Hanks


O ator norte-americano começou as filmagens de Naúfrago”(2000) com 90 quilos. Terminou com 70. A mudança de peso é justificável: na história, ele interpreta um sujeito que sofre um acidente de avião e passa anos isolado em uma ilha deserta.

Autor: - Categoria(s): Celebridades, Cotidiano Tags: ,
18/02/2009 - 15:45

Os ganhadores do Oscar também erram

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Mesmo arrasa-quarteirões e grandes clássicos ganhadores do Oscar não conseguem escapar dos erros. Já que estamos na semana da entrega do famoso prêmio de Hollywood, veja algumas das grandes gafes do cinema:

Vencedor do Oscar de “Melhor Filme” em 1943, “Casablanca” pisa na bola logo no começo do filme. Nas cenas iniciais, o avião que pousa na pista é claramente de brinquedo.

Representante brasileiro na cerimônia do Oscar de 1999, “Central do Brasil” também teve sua cota de erros de continuidade. Na cena em que Dora (Fernanda Montenegro) compra um aparelho de TV novo, ela fica com o controle remoto na mão e reclama para a amiga Irene (Marília Pêra) que a geringonça não está funcionando. Depois que Irene vai embora, Dora aparece segurando outro controle remoto, mais fino que o anterior. Apesar da trapalhada, Fernanda Montenegro foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz em 1999.

Premiado pela Academia em 1994, “Forrest Gump” é pródigo em histórias e erros!  Quando os meninos perseguem o jovem Forrest (Tom Hanks), o short dele muda de cor três vezes: marrom, quando está perto de casa; azul, quando corre perto dos prisioneiros; e dourado, quando está na casa de Jenny (Robin Wright Penn).

Essa é para quem já viu o final do filme. Quando Forrest conversa com a sepultura de Jenny, ele fala “Você morreu em um sábado pela manhã”. O problema é que o dia 22 de março de 1982, a data gravada na sepultura, caiu em uma segunda-feira.

“Uma Mente Brilhante” levou o Oscar de “Melhor Filme” em 2002, mas a produção do filme parecia mais atrapalhada que o matemático esquizofrênico John Nash (Russel Crowe). Há confusões com a idade do filho de Nash, Alicia (Jennifer Connelly) usa modelos de tupperware que ainda não tinham sido fabricadas e até mesmo a cerimônia do Prêmio Nobel é furada.

O supercampeão “Titanic”, de James Cameron, colecionou 11 estatuetas das catorze indicações da Academia em 1998 e também muitas trapalhadas:

– O tamanho das unhas de Rose (Kate Winslet) muda várias vezes ao longo do filme.

-Quando o operador de rádio manda uma mensagem de S.O.S., o padrão de traços que ele envia não significa absolutamente nada em código morse.

– Quando morre, o corpo de Jack (Leonardo DiCaprio) congela e afunda. No entanto, corpos humanos congelados flutuam.

– A cena em que Rose se despe para Jack deveria ter sido menos romântica: a personagem precisaria de ajuda de outra pessoa para tirar (e depois para recolocar) o espartilho.

– É improvável que os passageiros do Titanic tivessem visto golfinhos. Os animais são encontrados apenas em águas quentes e a viagem do navio aconteceu logo depois do fim do inverno.

– As obras-primas da coleção de Rose não estavam a bordo do Titanic (ainda bem!).

Se você é daqueles que adora encontrar erros e falhas nos filmes de Hollywood, vai encontrar material de sobra no livro “Falha Nossa”, de Cesar Kos.

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