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30/09/2009 - 14:22

Carla Perez, a cinderela baiana. Lembra?

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Em 1998, a baiana Carla Perez era uma das mulheres mais desejadas do Brasil. Estrela do grupo “É o Tchan!”, a dançarina fazia dezenas shows por mês, foi uma das capas da Playboy mais vendidas de todos os tempos (615 mil exemplares) e até foi a protagonista de um filme!

Pois é. O filme está lá na lista de Renzo Mora com os 25 piores filmes de todos os tempos. Dirigido por Conrado Sanchez, o filme “Cinderela Baiana” contava a história de Carlinha (plim!), uma moça pobre e de bom coração que, por causa de seu rebolado certeiro (plim!), conseguiu alcançar a fama (pliiiiiim!). A produção de baixo orçamento garante boas risadas para quem conseguir garimpar a fita de vídeo em alguma locadora ou pescar trechos como esse no Youtube.

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Autor: - Categoria(s): Baú, Cinema Tags: , , , , ,
23/02/2009 - 01:54

As chatices da entrega do Oscar

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Estou escrevendo agora para provar que fiquei assistindo à cerimônia do Oscar na TNT até o final. Bem, preciso confessar que pensei em desistir várias vezes. Que chatice! Nada contra a cerimônia em si, que até gostei. Por exemplo: a homenagem aos musicais, com Beyoncé, Hugh Jackman, Zac Efron e Vanessa Hudgens, foi bem bacana – e já estava postada no You Tube menos de uma hora depois (com uma qualidade ruim, é verdade)

Também me emocionei com Jerry Lewis, um dos meus comediantes preferidos, e com o prêmio póstumo a Heath Ledger.  A apresentação dos prêmios de roteiro original e roteiro adaptado foi bastante criativa (Steve Martin, divertidíssimo!).  As apresentações dos prêmios para ator, atriz, ator coadjuvante e atriz coadjuvante feitas por cinco consagrados atores foram bem tocantes. Uma ideia que deve ser repetida.

Então, por que, eu escrevi que a cerimônia foi uma chatice? A quantidade de intervalos comerciais foi um abuso. Comecei a ficar com ódio (sim, esta é a palavra) dos comerciais da Volkswagen e da Havaianas. Será que o sujeito da agência não pensa que o mesmo comercial repetido 500 vezes irrita qualquer um? A partir da meia noite, nos intervalos, trocava de canal. Até os bastidores do Carnaval na Bahia, apresentados pela Carla Perez, eram melhores do que aquela tortura.

Os discursos de agradecimento deveriam mesmo ser mais curtos. Por que todos precisam agradecer a Academia? Isso já economizaria uns 15 minutos das três horas e meia (tempo suficiente para ver dois longas…) Ah, a tradução simultânea parece ser um problema insolúvel. Resolvi apertar a tecla SAP. Afinal, os trocadilhos que eu não entendia, os apresentadores também não entendiam. Então, dava na mesma.

Autor: - Categoria(s): Celebridades, Cinema Tags: , , , , , , ,
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