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Arquivo da Categoria moda

23/04/2010 - 22:15

Muito cuidado com o seu "cofrinho"!

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O título não faz nenhuma referência àqueles cofrinhos em forma de porco.  Estou escrevendo sobre ouuuuuutro tipo de “cofrinho”. “Se você vai mostrá-los, certifique-se de que vale a pena vê-los”. É assim que a estilista americana Kimberly Brewer se refere àquela parte que fica à mostra quando alguém se senta usando uma calça muito baixa. É algo mesmo muito feio.

Para fazer “valer a pena”, Kimberlily desenvolveu um adesivo anti-cofrinhos, o “Backtacular Gluteal Cleft Shield”. São feitos de jeans e decorados com cristais. O preço é de US$ 14,99 por par (R$ 26). Vale a pena gastar esse dinheiro para, digamos, deixar o  cofrinho com mais  estilo?

A consultora de moda Bia Kawasaki explica: “O cofrinho não pode aparecer de forma nenhuma! Mas também acho cafona deixar à mostra  um pedaço da lingerie, do elástico da cueca ou até adesivos assim. O melhor mesmo é trabalhar a modelagem dessas calças”. Segundo Bia,  “o correto seria  mesmo corrigir a calça baixa. A calça mais alta veio com muita força no inverno. A cintura vem subindo cada vez mais, ainda bem”.

Para as mulheres que não abrem mão da cintura baixa, o adesivo pode ser uma solução. Se fica bonito ou não, depende do ponto de vista…

Autor: - Categoria(s): Invenções, moda Tags: , , , , ,
23/03/2010 - 15:17

Um desfile de roupas de chocolate

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Fazia 35 graus  no último sábado em Gramado (RS). Temperatura para deixar qualquer barrinha de chocolate se derretendo… Os visitantes do evento “Chocofest” se surpreenderam ao ver um desfile de moda com roupas feitas de chocolate. Por aqui, isso é novidade, mas a ideia já é conhecida em Paris, Nova York e até Lisboa. É de encher os olhos e de dar água na boca.

Ao todo, desfilaram 14 looks do estilista Márcio Weiss, com direito à moda masculina, feminina e infantil. As peças são feitas com uma base de arame revestida de tecido. Depois, vem o banho de chocolate, que aumenta em até 300% o peso da roupa e a deixa bem rígida. “As modelos não vestem a peça, elas entram nela”, explica Weiss, que também é coordenador de Moda e Beleza do Senac do Rio Grande do Sul.

Tem até vestido de noiva, feito com detalhes em renda de chocolate. A peça pesa 5 kg e, depois do banho de chocolate, passa a ter 15 kg. Como manda o figurino, a noiva traz um buquê de flores (de chocolate, claro). “Ficou combinado que a modelo iria jogar o buquê para o público no fim do desfile, mas eu fiquei com medo por causa do peso”, conta Weiss, depois de revelar que o adereço tinha 3 kg de chocolate.

Para driblar o calor, a saída foi confeccionar as peças e realizar o desfile com os aparelhos de ar condicionado a todo vapor…

A equipe teve trabalho, pois os 30 minutos que os figurinos passaram fora do ambiente climatizado no dia do primeiro desfile fizeram algumas pedaços das peças se derreteram. Fora que parte de outras foram comidas pelas modelos depois do desfile.

Sim, as peças são comestíveis!  Weiss e a chef de cozinha Andréa Schein fizeram uma pesquisa para descobrir como conferir mais resistência ao chocolate, não só à temperatura ambiente, mas também à do corpo. A solução foi adicionar à guloseima uma gordura especial vinda da Malásia.

As próximas edições do desfile acontecem em 26 de março e 1º de abril, às 18h30, na Rua Coberta, no centro de Gramado. Depois do evento, a intenção é doar as roupas para a cidade de Gramado. Uma indústria de chocolate já fez até uma proposta para comprar as peças e montar uma exposição com elas. O negócio agora é torcer para que a gordura da Malásia, os aparelhos de ar condicionado e o controle do apetite das modelos sejam bem resistentes!

Clique para ampliar as fotos:

Livro traz receitas de brigadeiro

Autor: - Categoria(s): Comes e bebes, Cotidiano, Datas Comemorativas, Invenções, moda Tags: , , , ,
12/02/2010 - 20:58

Luzes por todos os lados

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O norte-americano Nick Holonyak Jr. entrou para o Hall da Fama dos Inventores dos Estados Unidos em 2008. Na verdade, o que Holonyak fez foi desenvolver — e dar uma utilidade — a algo que já havia sido “inventado” há muito tempo. As luzes LED (sigla para Light-Emitting Diode, ou Diodo Emissor de Luz) foram descobertas por um russo. Pelo menos é o que sustenta Nikolay Zheludev, professor de Física da Universidade de Southampton, em seu estudo “A Vida e os Tempos do LED — Uma História de 100 Anos”.

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“Muitas pessoas acreditam que o LED foi descoberto por pesquisadores norte-americanos na década de 1960”, comenta o professor. “Na verdade, Henry Round, dos Laboratórios Marconi, percebeu a emissão de luz por meio de um diodo semicondutor 100 anos atrás e, sozinho, um gênio russo esquecido — Oleg Losev — descobriu o LED”, conclui Zheludev.

Enquanto a dúvida persiste, o LED está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas. Nos casamentos, por exemplo, o buquê Galvanic Skin Response permite que  qualquer noiva brilhe mais que o habitual. Com um arranjo de tulipas e lírios, além dos LEDs, o buquê se acende em azul se a noiva está calma ou em branco se ela está nervosa. A medição é feita através de um eletrodo ligado ao dedo da felizarda, e fica registrada em um cartão de memória de 1 GB. A novidade foi apresentada na última edição do Expo Noivas.

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Para os bichinhos de estimação, coleiras com luzes LED também estão disponíveis para venda. Além de uma ótima decoração para seu cão, essas coleiras também ajudam na segurança para os que gostam de passear à noite. É possível encomendá-las pelo site da empresa, que importa o produto.

Que tal  luzes LED para uma balada? Além de compor a decoração dos locais, também é possível encontrar as agora onipresentes luzinhas nas camisas dos frequentadores. Assista ao vídeo abaixo e tire a prova.

Para quem se interessou pela camisa com LED, ela custa 85 reais e é vendida pela mesma empresa que comercializa as coleiras.

Autor: - Categoria(s): moda Tags: , , , , , , , , ,
03/02/2010 - 12:36

Passeando na enchente sem perder a elegância

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Nos últimos 42 dias, a cidade de São Paulo tem seguido a mesma rotina. Final de tarde, fecha o tempo e a  capital paulista sofre com os dilúvios. Menos de meia hora depois, São Paulo ganha ares de  cidade europeia: Veneza, na Itália, famosa por ter diversos canais navegáveis. (ah, como está chovendo agora, de novo, já são  43 dias seguidos de chuva.)

Para as mulheres que não querem perder a elegância  na enchente, o artista belga Paul Shietekat criou o Hide Tide. A ideia é bem simples, mas engenhosa: trata-se de um híbrido de pé-de-pato com salto-alto. Nada mal, hein? Agora as paulistanas podem ir sem medo ao cinema, ao teatro e até ao shopping mesmo com as chuvas torrenciais do final da tarde.

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Infelizmente, o Hide Tide é apenas uma obra de arte, e não está à venda. A não ser que um empreendedor de visão entre em cena…

Autor: - Categoria(s): Bizarro, Cotidiano, moda, São Paulo Tags: , , , , ,
26/01/2010 - 21:04

Como não perder sua amada no escuro

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A solução para as noites românticas de apagão veio da Austrália. A coleção de lingeries Lumino Glow, à primeira vista, não tem nada de especial. Porém, dois minutos depois de ficarem no escuro, as peças começam a brilhar, por causa do tecido especial, fosforescente. Na foto abaixo, é possível ver um “antes e depois”.

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Criados pela dupla Jan Hawley e James Sutton, os produtos são enviados para todo o mundo. Os preços variam de 25,95 a 49,95 dólares australianos (cerca de 43 e 82 reais, respectivamente) — o mais barato é o fio-dental, o mais caro é o baby-doll.

Se não achou bonito, pelo menos precisa concordar com uma coisa: é muito mais fácil tirar a lingerie da sua amada, no escuro, quando você consegue enxergar o fecho.

Autor: - Categoria(s): moda Tags: , , ,
05/12/2009 - 22:25

É melhor não ir à faculdade com um destes

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A polêmica envolvendo a estudante Geisy Arruda ainda está rendendo muitos frutos. Lojas de roupas femininas têm vendido vestidinhos curtos como nunca!

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Eis um exemplo: a “Kula” é uma loja especializada em roupas sensuais e na “moda sexy”. Para facilitar a vida das garotas saidinhas, o estabelecimento é totalmente virtual e todas as compras podem ser feitas pela Internet.

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Bem, não aconselho ninguém a ir na faculdade com um modelo desses…

Autor: - Categoria(s): moda Tags: , ,
05/11/2009 - 05:28

As verdadeiras pequenas "Miss Sunshine"

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O filme “Pequena Miss Sunshine” (2006) tinha como mote principal as peripécias de Olive Hoover (Abigail Breslin) e o seu desejo de participar de um concurso de beleza infantil. Para isso, ela mobilizou toda sua família desconjuntada.

Estima-se que 250 mil crianças americanas participem de 5 mil concursos de beleza todos os anos. A preparação para tais concursos envolve maquiagem pesada, apliques de cabelo, bronzeamento artificial, aulas de dança, canto e postura. O Brasil não ficou fora dessa onda – em 2008, a gaúcha Natália Stangherlin conquistou o primeiro lugar no “Little Miss World” (“Mini Miss Mundo”), realizado no Equador.

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A fotógrafa Susan Anderson resolveu mergulhar no polêmico universo dos concursos de beleza para crianças nos Estados Unidos. O resultado pode ser visto no livro “High Glitz”, lançado este ano:

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Será que o livro “O Pequeno Príncipe” também é cartilha obrigatória para as pequenas candidatas a miss?

Autor: - Categoria(s): moda Tags: , , , , ,
21/10/2009 - 12:34

A evolução da calcinha de 1800 aos dias de hoje

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De volta ao Brasil, vou publicar aqui no blog algumas coisas engraçadas que vi nas minhas andanças por Frankfurt, na Alemanha, e por Lisboa, capital portuguesa. Começo com um cartão postal que comprei na cidade alemã, que mostra, de um jeito divertido, a evolução (será essa a palavra correta?) da calcinha.

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Até o início do século XIX, a roupa de baixo era apenas um camisão largo e algum tipo de calção. Feita para não ser vista por ninguém a não ser o usuário, a peça de baixo tinha pouca importância. A única exceção foi durante o período em que a cintura e o busto da mulher eram apertados e aumentados. O corpete acabou sendo criado para dar o tal efeito aerodinâmico.

Os historiadores da moda registram uma grande mudança nas roupas de baixo por volta de 1830. Elas tornaram-se mais pesadas, mais compridas, e praticamente obrigatórias. Não usar roupa de baixo significava falta de asseio. Os médicos também alertavam sobre os perigos de ficar com o “corpo resfriado”. As roupas de baixo então eram brancas, normalmente engomadas, e feitas de cambraia branca, de chita grossa ou flanela. Em 1860, as roupas de baixo das mulheres começaram a ganhar sensualidade e, vinte anos depois, a seda conquistou seu espaço. Mas foi por volta dos anos 1950 que elas foram diminuindo de tamanho.

No livro “O Guia dos Curiosos – Invenções”, você pode ler muitas outras histórias como essa.

Autor: - Categoria(s): Humor, Invenções, moda, Viagem Tags: , , , , ,
26/09/2009 - 23:11

A volta da pochete e outras modas do passado

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Sinal dos tempos. O estilista Marc Jacobs resgatou do fundo do baú a  pochete – diretamente para as cinturas das modelos nas passarelas de Nova York. O acessório fez bastante sucesso nos anos 90, mas ficou associado a uma imagem de desleixo e mau gosto. Mesmo assim, especialistas em moda acreditam que a reedição da pochete vai pegar no público mais moderninho.

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E, já que a onda é ressuscitar o melhor (?) das décadas passadas, por que não pensar na volta de outras modas “bregas”? As ombreiras, por exemplo, reapareceram nas roupas de celebridades do calibre da supermodelo Kate Moss e da apresentadora Xuxa.

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A meia lurex era brilhante e foi feita para ser usada com sandálias de salto fino – celebrizada por Sônia Braga na novela “Dancin’ Days”.  O problema é que o tecido “pinicava” e era bastante incômodo.

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Qual será o próximo acessório a sair do limbo da moda? Alguém arrisca um palpite?

Autor: - Categoria(s): Celebridades, moda Tags: , , , , , , ,
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