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Arquivo da Categoria Invenções

17/03/2010 - 17:03

Os animais sorriem? Então, diga xis!

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Olha o passarinho! A  câmera fotográfica Cyber-Shot T, da Sony,colocou a famosa expressão em total desuso. O próprio equipamento se encarrega de detectar o sorriso das pessoas. Sorriu, a máquina dispara.  O “olha o passarinho” voou para longe, mas a Finepix Z700, da Fujifilm, tratou de colocar os bichinhos novamente em evidência. A nova câmera reconhece… focinhos sorridentes. Sim!  A máquina é acionada automaticamente toda vez que percebe que um animal sorridente pela frente.

Ôpa, os bichos sorriem? Normalmente, quando um cachorro está feliz, ele se expressa colocando a orelha para trás ou balançando o rabo. Mas a expressão dele também pode mudar, como  explica a veterinária Tatiana Pelucio, assessora técnica do Conselho Regional de Medicina Veterinária – SP: “Não é tão simples, mas o cachorro pode mudar o formato do olho e o focinho até dá uma subida. Alguns cachorros  levantam a gengiva. Quando eles ficam  felizes ou nervosos, acabam puxando a musculatura”.

Mas a Z700 ainda precisa passar por ajustes. Em uma feira de câmeras que aconteceu no Japão esta semana, a câmera reconheceu bichos de pelúcia, mas deixou um pouco a desejar com animais de verdade. Com bichos agitados, então, ela não funcionou.

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04/02/2010 - 13:51

O dinheiro brasileiro que sumiu

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novorealOntem o Banco Central divulgou a imagem das novas cédulas de Real. As primeiras a circular serão as de 50 e 100 reais, já a partir de julho deste ano. A substituição completa das notas só se dará em 2014. Logo que as fotos começaram a circular pela internet, um monte de gente no Twitter ficou se perguntando: “Cadê a nota de 1 real?”.

esqueroddireitoAs notas de 1 real deixaram de circular em 2005. Na época, o Banco Central aumentou a circulação das moedas de 1 real, para que suprissem a falta das cédulas. Eram 174,2 milhões de reais em notas contra 1 bilhão de reais em moedinhas. Havia, porém, um grande revés: o preço de produção das moedas. Feitas de alpaca e aço revestido de bronze, cada uma custava 24 centavos para ser produzida. As notas de 1 real, por sua vez, saíam por metade desse valor. Apesar disso, o BC argumentou que as moedinhas duravam cerca de 30 anos, enquanto as notas de papel aguentavam aenas 11 anos no mercado. A instituição também argumentou que as moedas são mais higiênicas que as notas, principalmente as de 1 real, que trocavam muito de dono.

Quer ver outro dinheiro que sumiu? A moedinha de 1 centavo. Cada uma custava 9 centavos de real para ser produzida pela Casa da Moeda. E, no final das contas, o brasileiro não dava muita importância para as pequeninas, que acabavam renegadas no fundo de alguma gaveta. Em 2004, o Banco Central decidiu parar de produzi-la, embora ela continue circulando.

Mais um caso de sumiço monetário? Em 2000, a Casa da Moeda começou a importar 250 milhões de notas de plástico de 10 reais, diretamente da Austrália. Com a efígie de Pedro Álvares Cabral, a cédula foi lançada oficialmente em 22 de abril de 2000, data que marcou os 500 anos da chegada dos portugueses ao Brasil. Ainda em 2000, no mês de novembro, o design da nota teve pequenas modificações. Seis anos após o lançamento das cédulas, em outubro de 2006, o Banco Central começou a tirar de circulação as notas de plástico. A justificativa é que elas não caíram no gosto popular (será?) e que os bancos (quem, de fato, manda no país) tinham dificuldade em adequar seus equipamento à contagem de notas de plástico.

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Autor: - Categoria(s): Brasil, Cotidiano, Invenções Tags: , , ,
13/01/2010 - 16:02

Um fantasma de você mesmo

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Os programas de edição de imagem fazem maravilhas — algumas garotas que aparecem em revistas masculinas  que o digam. Mas, além de retocar fotos, o photoshop e companhia também servem para criar imagens novas.

É disso que se trata o site Invisibilia: criar imagens novas em  programas de edição. Para o inglês Greg Stekelman, dono da página, talvez o Invisibilia “ilustre a ideia de que todos nós queremos nos retirarmos da vida, e colocar no lugar uma versão ficcional de nós mesmos, criada por nós mesmos”. Em resumo: queremos virar fantasmas de nós mesmos.

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O conceito é bem simples: retirar digitalmente a pessoa de uma foto, e colocar um desenho no lugar. Esse desenho pode ou não corresponder com a realidade. Eu peguei uma foto da viagem que fiz a Portugal, ano passado, e fiz uma versão minha, confira:

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Quer tentar também? No Invisibilia tem um guia de como fazer essas imagens no Photoshop. Boa sorte, úúúúúúúú!

Autor: - Categoria(s): Invenções, Sites curiosos Tags: , , ,
21/10/2009 - 12:34

A evolução da calcinha de 1800 aos dias de hoje

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De volta ao Brasil, vou publicar aqui no blog algumas coisas engraçadas que vi nas minhas andanças por Frankfurt, na Alemanha, e por Lisboa, capital portuguesa. Começo com um cartão postal que comprei na cidade alemã, que mostra, de um jeito divertido, a evolução (será essa a palavra correta?) da calcinha.

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Até o início do século XIX, a roupa de baixo era apenas um camisão largo e algum tipo de calção. Feita para não ser vista por ninguém a não ser o usuário, a peça de baixo tinha pouca importância. A única exceção foi durante o período em que a cintura e o busto da mulher eram apertados e aumentados. O corpete acabou sendo criado para dar o tal efeito aerodinâmico.

Os historiadores da moda registram uma grande mudança nas roupas de baixo por volta de 1830. Elas tornaram-se mais pesadas, mais compridas, e praticamente obrigatórias. Não usar roupa de baixo significava falta de asseio. Os médicos também alertavam sobre os perigos de ficar com o “corpo resfriado”. As roupas de baixo então eram brancas, normalmente engomadas, e feitas de cambraia branca, de chita grossa ou flanela. Em 1860, as roupas de baixo das mulheres começaram a ganhar sensualidade e, vinte anos depois, a seda conquistou seu espaço. Mas foi por volta dos anos 1950 que elas foram diminuindo de tamanho.

No livro “O Guia dos Curiosos – Invenções”, você pode ler muitas outras histórias como essa.

Autor: - Categoria(s): Humor, Invenções, moda, Viagem Tags: , , , , ,
18/09/2009 - 11:59

Salto alto… com os dias contados?

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O Congresso de Sindicatos da Grã-Bretanha resolveu declarar guerra ao uso obrigatório de sapatos de salto alto. Para infelicidade dos pobres pés, o sapato de salto é praticamente regra para algumas profissionais, como comissárias de vôo e vendedoras. O Congresso de Sindicato espera dar a essas mulheres a chance de escolher opções mais confortáveis na hora de escolher o calçado.

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O mais glamuroso tipo de calçado ganhou o mundo a partir dos salões da corte real da França do século XVIII. Além de manter os nobres pés bem longe da lama, o sapato de salto criava uma elevação física – perfeita para simbolizar a “elevação” social da nobreza do período.  Só que os sapatos de salto eram desconfortáveis a ponto dos nobres precisarem ser literalmente carregados pelos empregados em cadeirinhas.

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Já o salto agulha foi inventado na Itália da década de 1950 e era feito de metal, náilon e plástico. Acima, a atriz Gwyneth Paltrow em um altíssimo salto agulha.

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Por razões óbvias, foi o vestido branco esvoaçante de Marilyn Monroe que entrou para a história como uma das imagens mais sexies do cinema. A atriz também vivia em cima de sapatos de salto, que se popularizaram depois da Segunda Guerra Mundial. Ela declarou certa vez: “Não sei quem foi o inventor do salto alto, mas todas as mulheres devem muito a ele!”.

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Outra que literalmente se equilibrava nos sapatos era a atriz e bailarina Ginger Rogers, célebre parceira de Fred Astaire. Muitos críticos acusam a indústria cinematográfica de não fazer jus ao trabalho de Ginger. Uma frase famosa diz que “Ginger Rogers conseguia fazer exatamente a mesma coisa que Fred Astaire – só que de costas e de salto alto!”.

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A cantora Carmen Miranda fazia jus ao título de “pequena notável”. A portuguesa radicada no Brasil media 1,53 metro, combatidos com saltos plataforma e estratégicos arranjos na cabeça.

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Quando pediu divórcio de Tom Cruise, Nicole Kidman foi ácida: “Agora eu posso voltar a usar salto alto”. A atriz australiana mede 1,79 metro –  quase 10 centímetros a mais que o ex-marido de 1,70 metro.

Autor: - Categoria(s): Celebridades, Cotidiano, Invenções Tags: , , , , , , , , ,
13/09/2009 - 18:53

Se o cinema ainda fosse mudo

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Em 1894, os irmãos franceses Auguste e Louis Lumière inventaram um aparelho que fotografava imagens e as projetava a 16 quadros por segundo. Em dezembro de 1895, os irmãos Lumière colocaram 100 cadeiras diante de um enorme pano branco em um estabelecimento no centro de Paris e realizaram as primeiras projeções cinematográficas.

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Para muitas pessoas, o espetáculo era chocante! Cenas aparentemente banais, como a do trem chegando a uma estação, faziam com que alguns abandonassem a  sala de projeção às pressas, com medo de o trem realmente sair da tela.

As primeiras produções eram sem som. O acompanhamento musical era feito ao vivo, dentro da própria sala de cinema por um pianista ou outro músico. O cinema mudo imperou até 1927, quando um sistema conhecido como Vitaphone conseguiu sincronizar de maneira eficiente som e imagem. Você já imaginou como seria se o cinema ainda fosse mudo?

Autor: - Categoria(s): Cinema, Humor, Invenções Tags: , , , , ,
20/08/2009 - 14:33

O sanduíche mais antigo do mundo

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O sanduíche foi inventado na Inglaterra por um nobre que não queria interromper nem por um instante seu jogo de cartas.  Em 1762, Lorde John Edward Montague, o Conde de Sandwich, encontrou uma solução criativa para que as refeições não atrapalhassem sua diversão. Ele pediu para que seus criados colocassem salame, presunto e queijo entre duas fatias de pão. Assim, ele poderia comer com uma mão e jogar tranquilamente com a outra.

Dois séculos mais tarde, os descendentes do Conde de Sandwich resolveram continuar a tradição familiar. Fundaram, em 1992, a rede de lanchonetes “Earl of Sandwich”. Atualmente, existem 12 estabelecimentos espalhados pelos Estados Unidos – o mais famoso deles fica localizado no complexo de diversão da Disney, na Flórida.

O carro-chefe do cardápio é um sanduíche batizado de “The Original”, que leva queijo cheddar, rosbife e molho especial com raiz-forte. Não se deixe enganar pelo nome.  Esses ingredientes não foram usados em sanduíches do século XVIII.

Ficou curioso para saber a origem de outras deliciosas invenções culinárias? Saiba mais sobre elas aqui.

Autor: - Categoria(s): Comes e bebes, Invenções Tags: , , , , , ,
19/08/2009 - 16:09

Vivendo com as estrelas – uma brasileira na Nasa

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Há 25 anos, a paulista Duília de Mello vive, literalmente, entre as estrelas. Ela é astrônoma profissional, trabalha na Nasa – a famosa agência espacial norte-americana – e até mesmo descobriu uma supernova!

Ficou com vontade de saber como é a vida de um astrônomo? Não sabe o que é uma supernova? Duília explica tudo isso no livro “Vivendo com as Estrelas”. Afinal, foi para matar sua própria curiosidade sobre o Universo que ela decidiu seguir essa profissão nada convencional.


“A supernova ocorre quando uma estrela explode. Os restos de uma supernova podem se tornar uma estrela de nêutrons (de alta rotação e que pulsa com grande energia) ou, no caso de estrelas com muita massa, um buraco negro, ou seja, uma região do espaço cuja densidade é tão grande que nem mesmo a luz consegue escapar dele”, escreveu Duília.

Você acha o assunto bem interessante, mas sente arrepios só de pensar em estudar matemática e física? Duília garante que é possível se tornar um conhecedor de astronomia sem precisar se dedicar ao tema de maneira profissional. Os chamados astrônomos amadores têm dado também uma grande contribuição às pesquisas. Basta ter um pouquinho de dedicação e muita vontade de aprender.

Além de astrônoma e pesquisadora, Duília também é uma estrela (rs!) da blogosfera. Você pode acompanhar as aventuras da brasileira da Nasa em “Mulher das Estrelas”.

Autor: - Categoria(s): Invenções, Jornalismo, livros Tags: , , , ,
23/07/2009 - 22:27

Ele faz música até com um piano em chamas

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Para fazer sua música,o italiano Diego Stocco é radical – ele bate em árvores, queima pianos e tecla frenéticamente em máquinas de escrever antigas. De vez em quando, sobra inspiração até para tirar música de grãos de areia.

Diego acumula as funções de músico, produtor e inventor – sua máquina de escrever transformada em instrumento musical recebeu o nome de “typosonic machine”.

Um dos vídeos mais impressionantes do italiano é o “Music from a Tree”, em que ele mostra passo a passo como conseguiu construir uma melodia usando apenas sons de uma árvore:

Outra experiência interessante – e perigosa! – é o “The Burning Piano” (“Piano em chamas”):

Para o último vídeo, fica o alerta: não tente fazer isso em casa!

Autor: - Categoria(s): Invenções, Música Tags: , , ,
20/07/2009 - 22:13

O quinto elemento da família do Bis

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Veja só o que acabo de encontrar no supermercado: Bis avelã.  É o quinto sabor da família – original, branco, laranja e morango.  Já escrevi um post aqui sobre as invenções que não deram certo e o Bis laranja teve um lugar de destaque na minha galeria (embora muita gente tenha escrito que gostava dele).

Confesso que não lembrava do Bis morango. Fui alertado pelos leitores que deixaram comentários no blog. Não cheguei a experimentá-lo.

O Bis avelã tem um suave aroma de nutella e é bem mais doce que o de chocolate. Como sou um daqueles que não acredita em chocolate branco, continuo gostando apenas no Bis original. E ainda assim quando ele está novinho. Para mim,  a caixa de Bis deve ser consumida de uma vez. Bis murcho é um desperdício de calorias.  Ah, na embalagem do Bis avelã está escrito que a edição é limitada. Será que nem a própria Lacta não está botando muita fé na novidade?

Autor: - Categoria(s): Comes e bebes, Cotidiano, Invenções Tags: , , ,
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