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Arquivo da Categoria Humor

03/05/2010 - 23:05

Quando os argentinos se vingaram de nós

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Que os publicitários brasileiros adoram explorar a  rivalidade entre Brasil e Argentina  a gente já sabe. Mas se engana quem pensa que isso é exclusividade da propaganda da Seleção Canarinho. No país vizinho, los hermanos também se divertem com as propagandas que ironizam os rivais. Veja abaixo alguns exemplos. A sugestão foi de Erick Gabriel. Se ficar irritado com as brincadeiras, ligue o aparelho de TV mais próximo – e a vingança não deve demorar a aparecer.

Autor: - Categoria(s): Esporte, Humor, Propaganda, Televisão Tags: , , , , , , ,
26/04/2010 - 21:38

Letras proibidas para placas de carro

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As placas com três letras e quatro números começaram a ser usadas no Brasil em fevereiro de 1990. Antes, as placas eram amarelas e tinham duas letras e quatro números. Algumas combinações de letras foram proibidas, como CUS, GAY e CKH, por serem consideradas chulas ou constrangedoras. O curioso é que todas elas seriam usadas em São Paulo. Cada Estado ficou com uma fatia do abecedário. Coube a São Paulo todas as placas entre BFA-0001 e GKI-9999. Ou seja, aqui, você jamais verá um táxi circulando com essa alegre combinação, como fotografou um brasileiro em lua-de-mel  na Argentina.

Autor: - Categoria(s): Bizarro, Cotidiano, Humor, Viagem Tags: , ,
12/04/2010 - 20:59

Quem quer ser um "milhonário"?

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Muita gente já deve ter visto, pois essas peças publicitárias fazem parte da rotina dos cariocas há dois anos. Recebi todas de uma vez da leitora Beatriz Mendes.  A rede capixaba Hortifruti, com 17 filiais no Rio de Janeiro, bolou uma campanha de outdoors bastante criativa – tão criativa que já houve até uma exposição com as peças. Filmes famosos viram trocadilhos com nomes de frutas, verduras e legumes. Para quem não viu ainda, como eu não tinha visto, aqui está a série completa.

Aceitam sugestões para os próximos? “Quem quer ser um milhonário?” e “Ovotar”. Alguém tem mais alguma ideia?

Autor: - Categoria(s): Comes e bebes, Cotidiano, Humor, Propaganda Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
06/04/2010 - 21:53

Sarney e a turma dos "sem-bigode"

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Depois de passar por  uma cirurgia para retirar um tumor benigno do lábio superior, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB – AP) e, claro, seu famoso bigode, voltaram ao Congresso hoje. “Fiz o possível para salvar o bigode” , comemorou o senador, ainda com dificuldade para articular as palavras. “Graças a Deus, não perdi”

Na verdade, a preocupação de Sarney com o bigode, marca registrada de sua imagem, foi parar na sala de cirurgia. Os profissionais do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, evitaram que o parlamentar tivesse que raspá-lo, apelando para uma técnica cirúrgica parecida com a de uma cirurgia plástica. Porém, o que o bigodudo mais famoso do Maranhão não contava é que a tecnologia tem as suas magias. Então, o Blog do Curioso resolveu fazer uma brincadeira. Já imaginou como ficaria José Sarney sem o bigode?

Como Sarney não é o único bigodudo famoso, resolvemos ver como ficariam outros também. Caso do jogador Rivellino. Na Copa de 1970, quando o Brasil conquistou o tri, os jogadores quiseram raspar o bigode de Rivellino, mas ele fez todo tipo de apelo para escapar do trote. Teria ficado assim:

Temos também a versão sem-bigode do ditador cubano Fidel Castro:

Sobrou também para o colega de Sarney, o senador Aloizio Mercadante (PT – SP):

Nem o técnico Luiz Felipe Scolari escapou…

No ano passado, na época em que o cantor Belchior estava desaparecido, rumores diziam que ele estava sem o famoso bigode. Ele teria ficado assim:

No livro “O Arquivo de Hitler“, Patrick Delaforce conta que a princesa Stephanie von Hohenlohe  não gostava do bigode do Führer. Talvez ela preferisse ver o líder nazista assim:

Autor: - Categoria(s): Celebridades, Humor Tags: , , , , , , ,
26/03/2010 - 16:44

A Segunda Guerra Mundial de Travesseiros

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Preparar, apontar e… travesseiros! No próximo dia 3, o Brasil vai participar da segunda edição do Dia Mundial da Guerra de Travesseiros. No ano passado, o evento contou com 3 mil participantes no país todo, um terço só em São Paulo. Foram 27 cidades guerreando ao mesmo tempo. Para 2010, já são 30 as cidades cadastradas. A expectativa é que o número cresça para 10 mil participantes. São esperados 3 mil “soldados” em São Paulo, que terá o Vale do Anhangabaú como cenário.

Por aqui, quem organiza o evento é o MOBrasilNEWS.com, o maior site especializado em flash mob (ações inusitadas que reúnem várias pessoas) do país. Mas a ideia original é canadense – o grupo “New Mind Space” organizou o primeiro “Pillow Fight Day” em 2006. Hoje, eles mantêm um site específico para a guerra de travesseiros para cadastrar todas as cidades que vão aderir ao movimento ao redor do mundo.

Veja as cidades que vão participar do Pillow Fight Day:

Interessado? Então, vamos às regras. A primeira delas é que a batalha não tem hora para acabar. Porém, os organizadores pedem para que os participantes não continuem depois do anoitecer, pois precisa sobrar tempo suficiente para limpar o local. Recolher os destroços da batalha é de responsabilidade dos guerreiros. As prefeituras não têm nada a ver com isso.

Cada um leva o seu travesseiro, e é uma boa ideia levar alguns extras para emprestar para guerreiros sem armas. Mas eles devem ser de penas artificiais, ou seja, nada de penas de ganso. Outro detalhe importante: não vale atacar quem não tiver com travesseiro ou com almofada para se defender. Nada de  colocar objetos dentro das fronhas.

E não se esqueça de ter na ponta da língua a resposta oficial preparada para o caso de a imprensa aparecer: “Vim agora da Casas Bahia (ou qualquer outra loja), fui lá comprar almofadas. Passei aqui e, de repente, me jogaram no meio disso”. O responsável pelo MOBrasilNEWS.com, Caio Komatsu, explica: “É uma característica do flash mob dar a ideia de que aquilo não foi previamente combinado, apenas um fruto do acaso”.

A guerra começa às 17 h, e é totalmente gratuita. Vale lembrar que os travesseiros que sobreviverem serão doados com todas as honras para uma ONG de reciclagem.

Autor: - Categoria(s): Bizarro, Cotidiano, Datas Comemorativas, Humor Tags: , ,
06/03/2010 - 06:45

Vamos parar com esta paradinha?

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A International Board, órgão que regulamenta as regras do futebol, irá se reunir hoje em Zurique, na Suíça, para discutir um assunto que tem gerado muita discussão. Apesar de ser atacada pelos goleiros, não há regra que proíba a “paradinha” —  antes de cobrar um pênalti, o jogador para diante da bola e simula a cobrança, dificultando a vida do defensor. Quem pede  a extinção do lance – como eu – argumenta que a paradinha não segue o princípio do “fair play” (“jogo limpo”), tão pregado pela Fifa. Falemos, então, de fair play…

Durante uma partida da segunda divisão do Campeonato Italiano, em 5 de dezembro de 2009, a equipe do Ascoli deu um exemplo de fair play. Depois de marcar um gol com um zagueiro do time adversário machucado, o Ascoli deixou o Reggina fazer 1 X 1 sem nenhum problema. Assista ao vídeo abaixo e confira:

Isso foi mais ou menos o que um jogador do Ajax, da Holanda, tentou fazer contra o Den Haag, pelo campeonato local. Depois que um jogador do time alvirrubro foi atendido, o atacante tenta chutar isolar a bola para longe, mas… ela acabou nas redes. A torcida nem tem coragem de comemorar o gol, feito totalmente sem querer.

Para comprovar que o fair play é uma prática que acontece em todo o mundo, o atacante iraniano Amin Zadeh deixou de chutar a gol, sem goleiro, porque havia um jogador do time adversário no chão. Os torcedores do time dele, o Moghavema Sepasi, não devem ter ficado nada contentes com a jogada. Mas foi uma questão de cavalheirismo. O lance facilitou o atendimento do zagueiro do outro time.

Acho que a paradinha vai ser banida do futebol. Tem que ser. Fato é que, com ou sem ela, os atacantes estão em vantagem na hora do pênalti. Ah, antes de toda essa discussão, o holandês Johan Cruyff, do Ajax e da Seleção Holandesa, já tinha criado outra polêmica. Para surpresa do goleiro, o pênalti foi cobrado em dois lances. Tudo dentro da regra. O gol valeu. Você acha que isso é ou não é jogo limpo?

Autor: - Categoria(s): Esporte, Humor Tags: , , , , ,
26/02/2010 - 17:04

Você tem 1 minutinho para ver um longa-metragem?

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Virou moda no YouTube. Fãs de cinema decidiram fazer suas próprias edições dos filmes favoritos. Assim nasceram as versões em 5 segundos de “Star Wars”, “Pulp Fiction” e “Titanic” (vídeo abaixo), entre outros. Mas a brincadeira ficou séria mesmo quando a revista “Empire” fez um concurso para eleger os melhores resumos de produções hollywoodianas. O tempo era maior – 1 minuto – e os candidatos foram obrigados a regravar as cenas.

Estudantes que integram a Sociedade de Cinema da Universidade de York, na Inglaterra, fizeram sua versão em 60 segundos de “Forrest Gump” para a competição da revista. Composta por alunos dos mais diversos cursos, a Sociedade de Cinema é totalmente amadora, e não tem grandes verbas para realizar seus filmes. O trio de diretores, formado por Joe Burgess, Rocco Sulkin e Will Tribble, ainda fez sua própria versão de “Kill Bill”, e pretende homenagear George Lucas com um “Star Wars” de 1 minuto. Em apenas um mês de exibição no YouTube, a cópia de “Forrest Gump” ultrapassou a marca de 1 milhão de espectadores.

Tem mais:  um dos diretores de fim-de-semana, o inglês Mark Wong, demorou cerca de 9 meses para realizar cada um de seus filmes de 1 minuto. Entre as produções realizadas por ele estão “Pearl Harbor” e “Top Gun”. Na competição da revista “Empire”, ele ficou entre os sete finalistas, mas não venceu. A semelhança com o filme real é tanta que Mark construiu um hangar de aviões em tamanho real no quintal de casa só pela brincadeira. Em “Top Gun”, Mark ficou no papel que pertenceu, originalmente, a Tom Cruise.

Os vencedores da competição foram os “cineastas por acidente” Stephen Power e Conal O’Meara, que gravaram “Jerry Maguire”. A lista de finalistas inclui ainda versões de “Seven”, “Pearl Harbor”, “O Cavaleiro das Trevas” e “Cloverfield”. É possível assistir a todos os vídeos no site do concurso.

Autor: - Categoria(s): Cinema, Humor Tags: , , , , , ,
24/02/2010 - 19:02

Como escolher o nome para um pregador de roupa

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Fico imaginando aquelas reuniões intermináveis nas grandes multinacionais para decidir o nome de um novo produto. Agências de publicidade são convocadas, milhões de brainstorms são realizados, pesquisadores vão analisar a reação do público… Não deve ter sido assim com essa marca de pregador de roupa. A escolha do nome parece ter sido bem simples!

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Visite o site do “Guia dos Curiosos” para conhecer a história de marcas famosas.

Autor: - Categoria(s): Humor Tags:
23/02/2010 - 17:04

O chaveiro que grita e urra

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Este é mais um produto da série “não falta inventar mais nada”. Ao pressionar o botão vermelho do centro, o chaveiro-orgasmo começa reproduzindo sussuros, que depois vão crescendo, crescendo e se transformam em gritos e urros. O orgasmo, em questão, é feminino. Qual será a utilidade do aparelhinho? Deixar o vizinho com inveja?!?

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Autor: - Categoria(s): Bizarro, Humor, Sexo Tags: , ,
21/02/2010 - 15:44

O dia em que o Coyote capturou o Papa-Léguas

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Existem dois tipos de corrida que não levam a lugar nenhum. O primeiro é a corrida em bicicleta ergométrica. Você pedala, pedala e continua no mesmo lugar. O outro é a  implacável caçada do  Coyote atrás do Papa-Léguas nos desenhos animados. Se bem que, depois de algum tempo, os telespectadores podem estar um pouco cansados da interminável corrida. Por isso, mostro aqui dois finais possíveis para a obsessão de Wile E. Coyote — que no Brasil virou “Coiote Coió”.

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Algum fanático pelo Coyote — ou simplesmente alguém que odeia o Papa-Léguas — colocou no YouTube um final nada amigável para a ave. Finalmente, depois de longos anos de busca, uma das armadilhas do caçador dá certo e ele consegue capturar sua presa. Chega a hora da tão esperada refeição. Se você tiver estômago fraco, não assista às cenas a seguir.


Já o escritor Ian Frazier imaginou um outro final  para o Coyote. Publicado na revista “New Yorker” em fevereiro de 1990, um texto do autor simula um processo de indenização do personagem contra  a empresa fictícia Acme. Cansado de tanto apanhar ao tentar capturar sua presa, Coyote decide pôr a culpa na indefectível Acme.

“Meu cliente, o sr. Wile E. Coyote, residente no Arizona e estados contíguos, vem por meio desta propor ação indenizatória para reparação de perdas e danos contra a Acme Company, fabricante e distribuidora no varejo de mercadorias variadas, fundada no Delaware e ativa em todos estados, distritos e territórios dos Estados Unidos da América.” É assim que começa o processo de Coyote contra a Acme — que tem tudo para terminar mal, uma vez que o personagem é mesmo lesado pela companhia.

Caso você queira conferir a íntegra do texto (em inglês), clique aqui.

Autor: - Categoria(s): Humor Tags: , , ,
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