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Arquivo da Categoria Esporte

03/05/2010 - 23:05

Quando os argentinos se vingaram de nós

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Que os publicitários brasileiros adoram explorar a  rivalidade entre Brasil e Argentina  a gente já sabe. Mas se engana quem pensa que isso é exclusividade da propaganda da Seleção Canarinho. No país vizinho, los hermanos também se divertem com as propagandas que ironizam os rivais. Veja abaixo alguns exemplos. A sugestão foi de Erick Gabriel. Se ficar irritado com as brincadeiras, ligue o aparelho de TV mais próximo – e a vingança não deve demorar a aparecer.

Autor: - Categoria(s): Esporte, Humor, Propaganda, Televisão Tags: , , , , , , ,
19/04/2010 - 09:52

Cartão vermelho para o "Você é Curioso?"

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Sábado, o “Você é Curioso?” foi transmitido direto da feira “Universo Futebol”, no Prédio da Bienal, em São Paulo. O estúdio da Rádio Bandeirantes tinha a forma de um rádio antigo. O convidado foi o árbitro Sálvio Spínola Fagundes Filho, que respondeu a todas as perguntas que eu, a Silvânia Alves e o Sérgio Patrick fizemos. Ou melhor, quase todas. Sálvio não disse qual é o seu time de coração. Só contou que tem um irmão são-paulino e outro corintiano. Ele trouxe cartões amarelos e vermelhos personalizados para serem sorteados entre os ouvintes. Ofereceu também uma moeda que ele usa para o “cara ou coroa” de jogos em partidas sul-americanas. As fotos foram feitas por Antônio Mier.

Para ouvir o programa completo, clique aqui.

Autor: - Categoria(s): Esporte, Você é curioso Tags: , , , ,
03/04/2010 - 17:45

É Páscoa? Então, toma um chocolate!

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“Tomar um chocolate”. A expressão usada para times que aplicam goleadas no adversário teria nascido depois de um Vasco 4 x Internacional 0, em 25 de janeiro de 1981, partida válida pelo Campeonato Brasileiro. A goleada foi encarada pelos vascaínos como uma vingança da derrota da final do Brasileirão de 1979. Na cabine da Rádio Globo, o narrador Washington Rodrigues, o “Apolinho”, colocou no ar o clássico “El Bodeguero”, do músico cubano Ricard Egües (1924-2006). Egües era flautista da Orquestra Aragón e a música entrou para o repertório de Nat King Cole. Para Apolinho, o refrão de “El Bodeguero” era bem apropriado para a ocasião: “Toma chocolate/Paga lo que debes”. Assim “tomar um chocolate” foi incorporado ao jargão futebolístico.

(Obrigado ao companheiro Paulo Vinícius Coelho, o “PVC da ESPN-Brasil, que ajudou na pesquisa).

Autor: - Categoria(s): Baú, Esporte, Pergunta Curiosa, Você é curioso Tags: , , , , , , , ,
01/04/2010 - 17:40

Muito prazer, eu sou o rúgbi brasileiro!

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A primeira campanha nacional de publicidade da Confederação Brasileira de Rugby não poderia ser mais sincera: “Rugby: isso ainda vai ser grande no Brasil”. Segundo a entidade, o rúgbi  é o segundo esporte coletivo  mais praticado no mundo, mas ainda é pouco conhecido por aqui. Como o futebol americano está ganhando muitos adeptos por aqui, o rúgbi quer aproveitar a carona. O filme “Invictus”, com Morgan Freeman, que concorreu ao Oscar, também contou pontos. O publicitário João Livi, da agência Talent, soube explorar isso com muito bom-humor. O patrocínio da campanha é da empresa Alpargatas/Topper, que patrocina a seleção e tem interesse na popularização do esporte.

O primeiro filme mostra um jogador recebendo um pedido de autógrafo de uma fã muito especial.

Já o segundo é sobre uma entrevista coletiva (que, de coletiva, só tem o nome) com profissionais do esporte. Fique de olho na surpresa do final:

Aproveite para conhecer o Flag Football, uma variante mais light do rúgbi, que foi tema de uma reportagem do TV Curioso. Clique aqui.

Autor: - Categoria(s): Brasil, Esporte, Propaganda Tags: , , , , , , ,
31/03/2010 - 18:34

O que vale é passar no meio das pernas

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Carlos Alberto Parreira, hoje técnico da Seleção da África do Sul, já disse que o gol é um mero detalhe do futebol.  Não é só ele que pensa assim. Os criadores do panna não têm a menor dúvida de que passar a bola pelos três paus não é tão emocionante quanto dar um “rolinho” no meio das pernas de um adversário. “Panna” é  justamente a expressão que, no Suriname,  país vizinho da América do Sul, equivale à nossa conhecida “jogar entre as canetas”.

O panna é um jogo de futebol diferente.  É um contra um ou dois contra dois. As partidas têm 3 minutos de duração, e são embaladas por ritmos como black music, R&B, sambarock e soul. Em vez de campo, acontece em quadras infláveis, que medem 4m X 6m. Ao final da partida, vence quem tiver feito mais gols. Com uma única exceção:  um panna (ou “caneta”) encerra o jogo e dá a vitória imediatamente ao autor da proeza, mesmo quem ele esteja perdendo naquele momento por 10 x 0.  Em outras palavras, é quase o mesmo que um “golden goal” ou uma “morte súbita” (o primeiro gol é o que dá a vitória a um time durante a prorrogação).

O jogo nasceu na Holanda, onde há atualmente 200 campeonatos regionais da modalidade e um torneio nacional anual. Itália, França, Suíça, Bélgica, Turquia, Espanha e Inglaterra também já conhecem o panna. No Brasil, a primeira exibição acontecerá no próximo dia 7, em São Paulo, com direito a presença do campeão holandês de 2009, Mo Boutaka. Ao cruzar com ele, não esqueça de deixar as suas pernas bem juntinhas. O cara é craque em desmoralizar os oponentes.

Autor: - Categoria(s): Esporte, São Paulo Tags: , ,
22/03/2010 - 21:56

"Fio Maravilha" em versão italiana

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Jorge Benjor, que já foi apenas Jorge Ben, completou 68 anos ontem. Em 1972, depois de ver o centroavante Fio sair do banco e marcar um golaço contra o Benfica, de Portugal, Jorge fez uma música em homenagem ao ídolo rubro-negro. “Foi um gol de anjo, verdadeiro gol de placa/Que a galera agradecida assim cantava/Fio Maravilha, nós gostamos de você/Fio Maravilha, faz mais um pra gente ver”. Algum tempo depois, um advogado cobrou os direitos de participação de Fio na música e, ofendido, Jorge trocou o “Fio” por “Filho”. Ao pendurar as chuteiras, o mineiro João Batista de Sales, o Fio, mudou-se para São Francisco, nos Estados Unidos, e foi trabalhar como entregador de pizza. Vive lá até hoje. Numa entrevista ao “Esporte Espetacular”, em 2007, ele jurou que foi tudo um mal-entendido e pediu que Jorge voltasse a cantar a música como “Fio Maravilha”.

Aqui está uma versão da música em italiano, cantada por Loretta Goggi:

Se você gostou da versão italiana, veja também a francesa, com a cantora Mélodie Stewart.

Autor: - Categoria(s): Esporte, Televisão Tags: , ,
06/03/2010 - 06:45

Vamos parar com esta paradinha?

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A International Board, órgão que regulamenta as regras do futebol, irá se reunir hoje em Zurique, na Suíça, para discutir um assunto que tem gerado muita discussão. Apesar de ser atacada pelos goleiros, não há regra que proíba a “paradinha” —  antes de cobrar um pênalti, o jogador para diante da bola e simula a cobrança, dificultando a vida do defensor. Quem pede  a extinção do lance – como eu – argumenta que a paradinha não segue o princípio do “fair play” (“jogo limpo”), tão pregado pela Fifa. Falemos, então, de fair play…

Durante uma partida da segunda divisão do Campeonato Italiano, em 5 de dezembro de 2009, a equipe do Ascoli deu um exemplo de fair play. Depois de marcar um gol com um zagueiro do time adversário machucado, o Ascoli deixou o Reggina fazer 1 X 1 sem nenhum problema. Assista ao vídeo abaixo e confira:

Isso foi mais ou menos o que um jogador do Ajax, da Holanda, tentou fazer contra o Den Haag, pelo campeonato local. Depois que um jogador do time alvirrubro foi atendido, o atacante tenta chutar isolar a bola para longe, mas… ela acabou nas redes. A torcida nem tem coragem de comemorar o gol, feito totalmente sem querer.

Para comprovar que o fair play é uma prática que acontece em todo o mundo, o atacante iraniano Amin Zadeh deixou de chutar a gol, sem goleiro, porque havia um jogador do time adversário no chão. Os torcedores do time dele, o Moghavema Sepasi, não devem ter ficado nada contentes com a jogada. Mas foi uma questão de cavalheirismo. O lance facilitou o atendimento do zagueiro do outro time.

Acho que a paradinha vai ser banida do futebol. Tem que ser. Fato é que, com ou sem ela, os atacantes estão em vantagem na hora do pênalti. Ah, antes de toda essa discussão, o holandês Johan Cruyff, do Ajax e da Seleção Holandesa, já tinha criado outra polêmica. Para surpresa do goleiro, o pênalti foi cobrado em dois lances. Tudo dentro da regra. O gol valeu. Você acha que isso é ou não é jogo limpo?

Autor: - Categoria(s): Esporte, Humor Tags: , , , , ,
03/03/2010 - 06:24

Todos os homens de Dunga

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A Seleção Brasileira jogou ontem seu último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. O time comandado por Dunga bateu a Seleção da Irlanda por 2 x 0  no Emirates Stadium, em Londres.

Pelas declarações do treinador,  os jogadores que estiveram em Londres devem ser os mesmos que serão convocados para a Copa.   Ronaldinho Gaúcho, do Milan, não perdeu ainda as esperanças. Há outras perdas sentidas, como Neymar, Ronaldo e Alexandre Pato. Fato é que Pato e Ronaldinho Gaúcho já foram chamados por Dunga, ao contrário de Ronaldo e Neymar. Você se lembra dos outros 86 jogadores que jogaram com Dunga no comando da Seleção?

craques

Talvez o site Jogadores do Brasil ajude a refrescar sua memória. Na seção Selecionáveis, os editores da página separaram todos os jogadores que, um dia, foram preferência do técnico do Brasil. Um dos mais polêmicos foi o atacante Afonso Alves. Hoje em dia ele joga pelo Al Rayyan, do Catar — na época era goleador pelo Heerenveen, da Holanda. Foi até campeão da Copa América de 2007 pela Seleção.

afonso

Abaixo, fiz uma seleção das maiores “surpresas”  convocadas por Dunga. Portanto, se você não gostou da lista de craques que irá atuar na Copa do Mundo, lembre-se: podia ser pior!

selecaoCássio, Carlinhos, Gladstone, Henrique e Léo Moura; Dudu Cearense, Jônatas, Morais e Wágner; Bobô e Afonso Alves.

Autor: - Categoria(s): Esporte Tags: , , , , , ,
25/02/2010 - 22:51

Paysandu foi o melhor brasileiro na Libertadores

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Pronto! Todos os representantes brasileiros na Libertadores deste ano já estrearam. Como vamos falar muito sobre a competição sul-americana nos próximos meses, acho bom você conhecer algumas curiosidades. O São Paulo é o time brasileiro que mais jogou e que mais venceu a competição, três títulos em 15 participações. O Tricolor Paulista jogou, ao todo, seis finais de Libertadores.  Venceu metade. Em participações, o Palmeiras vem logo atrás, com um título em 14 Libertadores disputadas. (Confira a lista completa clicando aqui.)

Entre os times que foram campeões, o que está em jejum há mais tempo é o Santos. Desde 1963, quando foi bicampeão, o Peixe não levanta a taça. A propósito, o Santos, de Pelé, e o Flamengo, de Zico, foram as únicas equipes brasileiras que venceram a Libertadores na primeira vez em que disputaram (1962 e 1981).

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O melhor aproveitamento de um time brasileiro na história da Libertadores, entretanto, não pertence a nenhum dos campeões. O Paysandu, que disputou apenas a edição de 2003, fica com o posto. Em oito partidas, o Papão venceu cinco, empatou duas e perdeu apenas uma, para o Boca Juniors (que seria campeão) — incríveis 70,83%.

Aliás, não é à toa que os cinco brasileiros ficaram felizes porque o Boca Juniors, da Argentina, não se classificou para a Libertadores em 2010. Hexacampeões da América, os hermanos têm a mania de eliminar brasileiros pelo caminho dos títulos. Fez isso nas seis vezes em que levantou o caneco (Cruzeiro, 1977; Atlético Mineiro, 1978; Palmeiras, 2000; Vasco e Palmeiras, 2001; Paysandu e Santos 2003; Grêmio, 2007).

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O retrospecto dos brasileiros não é ruim apenas contra o Boca. Nas decisões entre brasileiros e argentinos, eles levam vantagem. Foram 12 finais, desde 1963, quando o Santos venceu o Boca. Nossos vizinhos venceram nove:

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O Corinthians é o único brasileiro que jogou a competição mais de cinco vezes e ainda não foi campeão. Em sete oportunidades (a oitava é neste ano), o time teve sua melhor campanha em 2000, quando passou por Atlético-PR e Atlético-MG no mata-mata, mas acabou eliminado nos pênaltis pelo seu maior adversário, o Palmeiras, na semifinal.

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Oito times jogaram a Libertadores uma única vez. O primeiro foi o Bangu, em 1986; o mais recente foi o Paraná, em 2007. Completam a lista Criciúma (1992), Goiás (2006), Juventude (2000), Paulista, de Jundiaí-SP (2006), Paysandu (2003) e Santo André (2005).

Confira mais curiosidades sobre a Libertadores no site Guia dos Curiosos Futebol.

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08/02/2010 - 19:48

Saints, Colts, Cowboys e Raiders

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Saints ou Colts? Embora não tenha visto rigorosamente nenhuma partida da NFL este ano, lá estava eu tendo que decidir para qual dos dois times iria torcer: New Orleans Saints ou Indianapolis Colts. Sim: fiz um balde de pipoca e fui para frente da TV assistir ao SuperBowl Meu filho mais velho, que acompanhou todo o campeonato, escolheu o Saints. Lembrou da tragédia do furacão Katrina e me falou sobre a importância que o título teria para a cidade. Mas expliquei que “meu time” de futebol americano era mesmo o Colts. Minha primeira cobertura internacional de um grande evento esportivo aconteceu em 1987. Foi o Pan-Americano de Indianápolis, nos Estados Unidos. Como lembrança da viagem, fiz uma daquelas fotos de capas de revista com o uniforme do Colts. A foto está na casa dos meus pais (minha mãe a emprestou com a promessa que ela voltaria para sua casa). Como se vê abaixo, eu ainda usava barba (essa é outra história, que conto qualquer outro dia). Por causa da foto é que eu me apresentei como torcedor do Colts. Um pouco de rivalidade iria esquentar a decisão em casa…

Marcelo Capa Sport

Em 1988, na volta das Olimpíadas de Seul, parei em Los Angeles. Aproveitei a folga por lá para ver uma partida dos Raiders no maravilhoso Coliseu. Já não lembro o adversário, mas fiquei encantado com o estádio (embora tivessem me vendido o pior lugar de todos) e com o escudo do time. Quase virei casaca. Minha experiência seguinte com o futebol americano foi em Dallas, durante a cobertura de um torneio de futebol chamado Dallas Cup, em 1995. Comprei uma bola oval em miniatura para o Rodrigo. Mas, pelo visto, o presente não influenciou muito. Hoje ele é torcedor do New England Patriots. Mas, ontem, estava lá torcendo com tudo por uma causa maior. Rodrigo era Saints. No fundo, decidi que iria torcer pelo Colts para provocá-lo – e como vingança por ele ter virado são-paulino e ter me deixado sozinho na torcida do Corinthians. Ele vibrou como nunca. Torcia e tuitava. Veio a conquista e descobri que também estava feliz. Acho que não sou tão Colts assim. E os americanos mostraram mais uma vez como se faz um grande show.

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