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Arquivo da Categoria Cotidiano

23/03/2010 - 15:17

Um desfile de roupas de chocolate

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Fazia 35 graus  no último sábado em Gramado (RS). Temperatura para deixar qualquer barrinha de chocolate se derretendo… Os visitantes do evento “Chocofest” se surpreenderam ao ver um desfile de moda com roupas feitas de chocolate. Por aqui, isso é novidade, mas a ideia já é conhecida em Paris, Nova York e até Lisboa. É de encher os olhos e de dar água na boca.

Ao todo, desfilaram 14 looks do estilista Márcio Weiss, com direito à moda masculina, feminina e infantil. As peças são feitas com uma base de arame revestida de tecido. Depois, vem o banho de chocolate, que aumenta em até 300% o peso da roupa e a deixa bem rígida. “As modelos não vestem a peça, elas entram nela”, explica Weiss, que também é coordenador de Moda e Beleza do Senac do Rio Grande do Sul.

Tem até vestido de noiva, feito com detalhes em renda de chocolate. A peça pesa 5 kg e, depois do banho de chocolate, passa a ter 15 kg. Como manda o figurino, a noiva traz um buquê de flores (de chocolate, claro). “Ficou combinado que a modelo iria jogar o buquê para o público no fim do desfile, mas eu fiquei com medo por causa do peso”, conta Weiss, depois de revelar que o adereço tinha 3 kg de chocolate.

Para driblar o calor, a saída foi confeccionar as peças e realizar o desfile com os aparelhos de ar condicionado a todo vapor…

A equipe teve trabalho, pois os 30 minutos que os figurinos passaram fora do ambiente climatizado no dia do primeiro desfile fizeram algumas pedaços das peças se derreteram. Fora que parte de outras foram comidas pelas modelos depois do desfile.

Sim, as peças são comestíveis!  Weiss e a chef de cozinha Andréa Schein fizeram uma pesquisa para descobrir como conferir mais resistência ao chocolate, não só à temperatura ambiente, mas também à do corpo. A solução foi adicionar à guloseima uma gordura especial vinda da Malásia.

As próximas edições do desfile acontecem em 26 de março e 1º de abril, às 18h30, na Rua Coberta, no centro de Gramado. Depois do evento, a intenção é doar as roupas para a cidade de Gramado. Uma indústria de chocolate já fez até uma proposta para comprar as peças e montar uma exposição com elas. O negócio agora é torcer para que a gordura da Malásia, os aparelhos de ar condicionado e o controle do apetite das modelos sejam bem resistentes!

Clique para ampliar as fotos:

Livro traz receitas de brigadeiro

Autor: - Categoria(s): Comes e bebes, Cotidiano, Datas Comemorativas, Invenções, moda Tags: , , , ,
16/03/2010 - 22:17

Português para estrangeiros pela internet

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Ser falante nativo de uma língua complicada como a portuguesa tinha que ter alguma vantagem. Pois tem, e das grandes. Nós, brasileiros, não ficamos tão perplexos com questões do tipo: “qual é a diferença entre gostar de café brasileiro e do café brasileiro?”.

A diferença é pequena, quase imperceptível, a gente sabe. Mas, para a autora dessa pergunta, a confusão é grande. A dúvida foi postada por uma finlandesa no WordReference, um site em que usuários de países diferentes se cadastram para aprender línguas estrangeiras, participando de fóruns e discussões. O curioso é que falantes nativos podem ajudar os estrangeiros a entender expressões populares que não se encontram nos dicionários bilíngues tradicionais.

Mas aprender uma outra língua não é a única vantagem de sites como esse. É muito interessante (e divertido, por que não?) ver as dúvidas dos estrangeiros sobre a nossa língua. Quem já parou para pensar no significado de “ser obrigado a pedir o boné”? Um norte-americano se deparou com a expressão estranha, e pediu ajuda:

Olá pessoal:
Tenho uma dúvida a respeito da frasse ‘ser obrigado a pedir o boné’. Aqui está o parágrafo completo:
‘Aquele mesmo general que, em abril último, tentou um golpe contra o presidente Wasmosy e acabou, por pressão do Brasil e dos EUA, sendo obrigado a pedir o boné.’
Tem a ver com a prática na milícia quando alguém é obrigado a se demitir de seu cargo? Alguém sabe como dizer isso em inglês?
Obrigado de antemão

Um brasileiro fez a gentileza:
Exatamente. Pedir o boné é despedir-se, afastar-se, desligar-se. (Regionalismo, Brasil, uso informal.)

A finlandesa do (e não de) café também não ficou sem resposta. Mas, para ela, as explicações vieram do Brasil e de Portugal:

Não se preocupe com isso, pois misturamos as duas formas em expressões… Gosto do vinho de Portugal. Gosto da música do Brasil. Gosto das camisetas daquela loja”, respondeu uma brasileira, e um português complementou: “Eu mais depressa diria que gosto DE café brasileiro. No entanto, não considero incorrecta a outra versão”.

Explicar expressões que parecem tão simples pode ser uma tarefa curiosa. O que significa “abrir mão”?  Bemvindo ou Benvindo podem ser usados como nomes próprios no Brasil? O que quer dizer “estou com água na boca”? São dúvidas reais. Está tudo no fórum do WordReference.

E agora: você ficou  morrendo de ou da curiosidade?

Autor: - Categoria(s): Brasil, Cotidiano, Sites curiosos Tags: , , , ,
20/02/2010 - 14:51

Que horas são em Katmandu?

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Termina daqui a pouco, à meia-noite, o horário de verão. Todos gostam, pois o dia fica mais longo. O colaborador César Monteiro falou sobre isso no “Você é Curioso?” de hoje:

De onde veio os fusos horários? As zonas horárias ou fusos horários são cada uma das vinte e quatro áreas em que se divide a Terra e que seguem a mesma definição de tempo. O termo fuso refere-se a uma velha peça de relógio onde se enrolava a corda. Já por volta de 1300, usavam-se o tempo solar aparente, de forma que a hora do meio do dia se diferenciava de uma cidade para outra. Os fusos horários corrigiram em parte o problema ao colocar os relógios de cada região no mesmo tempo solar médio. As formas dos fusos horários podem ser bastante irregulares devido às fronteiras nacionais dos vários países ou devido a questões políticas. Na Venezuela, adota-se um fuso de meia hora, enquanto na China, um país enorme, que poderia abranger quatro fusos horários, todos precisam usar o horário de Pequim. O site curioso de hoje é o 24timezones.com.  Nesse site eu descobri que existem cidades como Katmandu, no Nepal, que adotam horários quebrados em 3/4 de hora.  Aí sim que dá confusão.

Para ler mais sobre o Horário de Verão, entre na página de “O Guia dos Curiosos”. Clique aqui.

Autor: - Categoria(s): Cotidiano, Sites curiosos, Você é curioso Tags: , ,
09/02/2010 - 16:48

Todas as pessoas na nota de 10 reais

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Nos comentários do post que fiz sobre as novas notas do Real, semana passada, o leitor Paulo Rodolfo perguntou os nomes de todas as pessoas que aparecem no verso da nota de 10 reais de plástico. Se você nunca reparou, clique na foto abaixo e perceba que, na parte de trás, aparecem 11 pessoas.

10reais

Segundo a Casa da Moeda, as fotos foram colocadas na nota para representar o povo brasileiro. Lançada em comemoração aos 500 anos da chegada dos portugueses ao País, em 2000, essa cédula comemorativa começou a ser retirada de circulação em outubro de 2006 — e, hoje em dia, é muito difícil vê-la por aí.

afsRose Machado, moradora da cidade de Seropédica, no Rio de Janeiro, foi escolhida para representar a figura da “cabocla”. Então com 16 anos, Rose era a segunda opção para aparecer na cédula. Uma garota que morava à beira do rio Amazonas era a principal concorrente — mas ,com a dificuldade de ir até lá para conseguir a autorização de uso da imagem, a equipe prefiriu ficar com a foto de Rose.

boliRepresentando o “homem do campo”, Cícero Lourenço da Silva foi o único fotografado a receber um cachê (800 reais). Natural de Bezerra (PE), na época da foto trabalhava como jardineiro em um condomínio de Atibaia, interior paulista. Ele emigrou para São Paulo em 1985, fugindo da seca nordestina.

ngrO funcionário aposentado da Casa da Moeda Luiz Clóvis de Moura aparece na nota de 10 reais representando o “homem negro”.

manOutro funcionário da Casa da Moeda foi escolhido para representar o “homem branco”: Amilton Monteiro Júnior. A escolha de vários trabalhadores da própria Casa da Moeda facilitou a questão dos direitos de imagem.

sobMaria Crivella Ramos não era funcionária da Casa da Moeda, mas sobrinha de um. Na nota de 10 reais, ela representa a “mulher branca”.

criA imagem de um casal de crianças negras que aparece na cédula foi retirada de um livro sobre o Quilombo dos Palmares. Não se sabe o nome delas.

indiOs dois índios que aparecem na nota de 10 reais fazem parte da Tribo dos Carajás. Esta imagem foi cedida pelo Museu do Índio, da Funai, que fica no Rio de Janeiro. A equipe do museu mantém um acervo audiovisual composto principalmente por documentos e fotos dos indígenas brasileiros.

bePor último, o mestre-de-obras Ariosto Ribeiro Conceição, ao lado de sua vizinha, a menina Natália Guimarães dos Santos, compõem a imagem que representa a “família” na cédula. Na época, os dois moravam na cidade de Itaguaí (RJ), mas só se conheceram na hora da foto.

Autor: - Categoria(s): Cotidiano Tags: , , ,
04/02/2010 - 13:51

O dinheiro brasileiro que sumiu

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novorealOntem o Banco Central divulgou a imagem das novas cédulas de Real. As primeiras a circular serão as de 50 e 100 reais, já a partir de julho deste ano. A substituição completa das notas só se dará em 2014. Logo que as fotos começaram a circular pela internet, um monte de gente no Twitter ficou se perguntando: “Cadê a nota de 1 real?”.

esqueroddireitoAs notas de 1 real deixaram de circular em 2005. Na época, o Banco Central aumentou a circulação das moedas de 1 real, para que suprissem a falta das cédulas. Eram 174,2 milhões de reais em notas contra 1 bilhão de reais em moedinhas. Havia, porém, um grande revés: o preço de produção das moedas. Feitas de alpaca e aço revestido de bronze, cada uma custava 24 centavos para ser produzida. As notas de 1 real, por sua vez, saíam por metade desse valor. Apesar disso, o BC argumentou que as moedinhas duravam cerca de 30 anos, enquanto as notas de papel aguentavam aenas 11 anos no mercado. A instituição também argumentou que as moedas são mais higiênicas que as notas, principalmente as de 1 real, que trocavam muito de dono.

Quer ver outro dinheiro que sumiu? A moedinha de 1 centavo. Cada uma custava 9 centavos de real para ser produzida pela Casa da Moeda. E, no final das contas, o brasileiro não dava muita importância para as pequeninas, que acabavam renegadas no fundo de alguma gaveta. Em 2004, o Banco Central decidiu parar de produzi-la, embora ela continue circulando.

Mais um caso de sumiço monetário? Em 2000, a Casa da Moeda começou a importar 250 milhões de notas de plástico de 10 reais, diretamente da Austrália. Com a efígie de Pedro Álvares Cabral, a cédula foi lançada oficialmente em 22 de abril de 2000, data que marcou os 500 anos da chegada dos portugueses ao Brasil. Ainda em 2000, no mês de novembro, o design da nota teve pequenas modificações. Seis anos após o lançamento das cédulas, em outubro de 2006, o Banco Central começou a tirar de circulação as notas de plástico. A justificativa é que elas não caíram no gosto popular (será?) e que os bancos (quem, de fato, manda no país) tinham dificuldade em adequar seus equipamento à contagem de notas de plástico.

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Autor: - Categoria(s): Brasil, Cotidiano, Invenções Tags: , , ,
03/02/2010 - 12:36

Passeando na enchente sem perder a elegância

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Nos últimos 42 dias, a cidade de São Paulo tem seguido a mesma rotina. Final de tarde, fecha o tempo e a  capital paulista sofre com os dilúvios. Menos de meia hora depois, São Paulo ganha ares de  cidade europeia: Veneza, na Itália, famosa por ter diversos canais navegáveis. (ah, como está chovendo agora, de novo, já são  43 dias seguidos de chuva.)

Para as mulheres que não querem perder a elegância  na enchente, o artista belga Paul Shietekat criou o Hide Tide. A ideia é bem simples, mas engenhosa: trata-se de um híbrido de pé-de-pato com salto-alto. Nada mal, hein? Agora as paulistanas podem ir sem medo ao cinema, ao teatro e até ao shopping mesmo com as chuvas torrenciais do final da tarde.

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Infelizmente, o Hide Tide é apenas uma obra de arte, e não está à venda. A não ser que um empreendedor de visão entre em cena…

Autor: - Categoria(s): Bizarro, Cotidiano, moda, São Paulo Tags: , , , , ,
01/02/2010 - 21:43

O Itaú-Personnalité e o golpe da premiação do cartão

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Estou lendo a edição de janeiro de “Época Negócios”. Na página 21, encontro uma reportagem que tem tudo a ver com o que aconteceu comigo hoje: “Quem ganha? Pesquisa revela que programas de fidelização dos cartões de crédito são ótimos – para as empresas”. A mais pura verdade! Fui vítima de uma grande mentira do cartão Unicard Visa Platinum. A principal vantagem, segundo a gerente do Unibanco (Rua Casa do Ator) que me convenceu a levar o cartão, é que eu poderia escolher a companhia aérea que eu quisesse. Não precisaria passar por toda aquela burocracia dos tradicionais planos de milhagem. Com 50 000 pontos, eu já teria uma passagem para a América do Norte. O livreto “Passaporte Premium”, que veio junto com o cartão, deixava isso bastante claro (clique na imagem para ler o que o que diz o texto sobre o benefício ).

platinumvisa

Pois bem: todos sabem que o Itaú comprou o Unibanco e eu me vi compulsoriamente obrigado a mudar de banco. Não sem antes receber a visita da gerente geral da minha conta, garantindo que nenhum dos meus benefícios seria alterado. E aí que começa a picaretagem. Depois de dois anos juntando milhas, consegui atingir os 100 mil pontos, que me dariam duas passagens para os Estados Unidos. Até que chegou a hora de pedir o resgate. Ao consultar um outro gerente, o Itaú-Personnalité mandou avisar que o novo cartão não tinha mais esse benefício. Eu deveria depositar os meus pontos num Plano de Milhagem e resgatar as passagens da forma convencional. Depois de muita briga (sempre pelo telefone, pois os gerentes tinham ordens expressas de não mandar nenhum email “comprometedor” para mim), o Itaú-Personnalité, ah, tão bonzinho!, disse que abriria uma “exceção” para mim. Depois de quase um mês, cobrando isso diariamente, um outro gerente me deu a “excelente notícia”: os meus 100 mil pontos valiam R$ 2.400,00 – ou seja, apenas uma passagem em baixa temporada.

Como assim? As minhas duas passagens tinham encolhido para uma? Pedi cópia do contrato para ver quais eram as regras do índice de conversão que eles tinham adotado. Nova enrolação… Por que tanta demora para as respostas? A gerente geral dizia que o “Unibanco acabou e que toda a documentação já estava no arquivo morto”. Acabou? Pois vejo dezenas de agências ainda abertas todos os dias. Hoje ela me ligou para dizer que o índice era esse mesmo, que o índice de conversão não está escrito em lugar nenhum (ele só era informado para quem ligasse para o banco) e que aquele livrinho que eu tinha “era só uma peça de marketing”. Em resumo, o que ela quis dizer: “É pegar ou largar!”.

É isso. Eles sempre ganham. Sempre. Hoje estamos nas mãos de seis bancos: Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil, Caixa Econômica e HSBC. Com lucros estratosféricos, quem é que se importa com um pequeno cliente? Que diferença eu faço para o banco? O meu desabafo é só mais um desabafo. Todos nós sabemos as incríveis barbaridades que os bancos fazem com clientes diariamente. O Roberto Setúbal vai ter uma ótima noite de sono e eu vou ter insônia de tanta raiva que passei com as bobagens que tive que ouvir.

Autor: - Categoria(s): Brasil, Cotidiano, São Paulo, Seu passado te condena Tags: , , , , , ,
29/01/2010 - 17:25

O que significam estas placas? Arrisque um palpite!

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Durante as férias, eu me deparei com algumas placas bem curiosas. Será que você consegue dizer o que os desenhos significam? Vamos lá: respostas no final do teste.

Placa 1

placas2

Placa 2

placas 3

Placa 3

placas 5

Vamos para as respostas (só vale ler depois de arriscar os palpites):

1. “Não alimente os quatis”. Os bichinhos andam soltos entre os turistas do Parque Nacional de Foz do Iguaçu. Na verdade, nem é preciso alimentá-los. Eles atacam os lanches dos visitantes.

2. No lado argentino de Foz do Iguaçu, a placa manda não sair da trilha por causa das cobras.

3. Em Porto de Galinhas, a placa manda tomar cuidado com as rochas escorregadias.

Autor: - Categoria(s): Cotidiano, Humor, Viagem Tags: , ,
17/01/2010 - 15:24

Vende-se um "Leão de Ouro" por 1 milhão de dólares

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Além do festival de cinema, a cidade de Cannes, no sul da França, também abriga um badalado festival anual que seleciona as melhores propagandas e comerciais de todo o mundo. Os vencedores são premiados com estatuetas douradas em forma de leão — conhecidas entre os publicitários como “Leões de Cannes”. Segundo e terceiro colocados também ganham leões, de prata e bronze.

cannesgrandprix

Na última edição do festival, ano passado, agências brasileiras levaram 41 Leões para casa — um único de ouro. São 11 categorias, mas em cada uma delas mais de uma campanha pode ser premiada com ouro, prata ou bronze. Eugeniy Danilov, um russo radicado na Inglaterra, foi um dos felizardos premiados no Festival de Cannes. Ele levou um Leão de Ouro.

ebay

Pelo visto, porém, Danilov não ficou muito feliz com o prêmio. Ele preferia a parte dele em dinheiro… O sujeito resolveu vender a estatueta no eBay, o famoso site de leilões virtuais, por 1 milhão de dólares. Mas, com uma leitura atenta de um blog linkado no anúncio, dá para perceber o verdadeiro objetivo do publicitário russo.

“Eu sei por que você está aqui”, começa ele. “Como milhões de publicitários, você sonha em ter um Leão de Cannes em sua coleção”. E então arremata, e nos faz entender tudo: “Você pode comprar o Leão num plano a prestações, durante anos, com pagamentos mensais”. Desempregado, Danilov quer mesmo é se recolocar no mercado — os “pagamentos mensais” seriam um salário.

“E mais: bônus absolutamente grátis!!! Você terá um redator na sua equipe durante todo o período das prestações, trabalhando nos seus projetos e, enquanto isso, ganhando outros prêmios internacionais”. Pelo jeito, com tanta criatividade, não vai demorar muito para que Eugenyi Danilov cumpra o que prometeu, e ganhe outros prêmios internacionais.

Autor: - Categoria(s): Cotidiano, Propaganda Tags: , ,
14/01/2010 - 19:14

Doe sangue, ganhe cerveja

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Se você gosta de uma cervejinha, tem entre 18 e 65 anos, e pesa mais de 50 quilos, pode ir comprando passagem para a cidade de Tacoma, nos Estados Unidos. Brincadeira, claro! É que o hemocentro de lá está com uma promoção imperdível: “Doe sangue, ganhe cerveja”. Depois de espetar o braço, o doador recebe um cupom que dá direito a um chope. O prêmio pode ser trocado em diversos bares e restaurantes da cidade.

Da parte dos estabelecimentos, a única exigência é que o doador espere pelo menos seis horas antes de trocar o cupom. Segundo a Fundação Pró-Sangue, esse procedimento é adotado como precaução, uma vez que o sistema imunológico do doador precisa se recompor.

sangue
Quantos litros de sangue será que ela doou?

Tacoma é muito longe para você? Não tem problema, em São Paulo, por exemplo, existem quatro postos de coleta da Fundação Pró-Sangue, todos com lanche grátis — o da estação Clínicas do metrô tem até estacionamento gratuito, por até duas horas!

Autor: - Categoria(s): Cotidiano, Jornalismo, São Paulo Tags: , ,
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