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Arquivo da Categoria Baú

27/04/2010 - 22:11

Conhece o lubrificante de cubo mágico?

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Na década de 80, o cubo de Rubik, mais conhecido como cubo mágico,  se tornou uma verdadeira febre. Tanto que surgiu até um produto especial para tornar a tarefa mais rápida. Era o “Cube Lube”, um lubrificante especial para facilitar os movimentos do cubo. Quem fez  a descoberta foi o curioso Douglas Nascimento.

Hoje, apesar de o sucesso não ser mais o mesmo, ainda é possível encontrar versões do cubo por aí, com variações que vão dos eletrônicos aos modelos “chaveirinho”. Tem até uma versão virtual para o quebra-cabeças, o Siscube. O internauta escolhe o movimento e assiste seu cubo se mexer enquanto o cronômetro marca o tempo e o número de jogadas. Sem precisar de lubrificante!

Autor: - Categoria(s): Baú, Brinquedos, Invenções Tags: , , , , ,
03/04/2010 - 17:45

É Páscoa? Então, toma um chocolate!

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“Tomar um chocolate”. A expressão usada para times que aplicam goleadas no adversário teria nascido depois de um Vasco 4 x Internacional 0, em 25 de janeiro de 1981, partida válida pelo Campeonato Brasileiro. A goleada foi encarada pelos vascaínos como uma vingança da derrota da final do Brasileirão de 1979. Na cabine da Rádio Globo, o narrador Washington Rodrigues, o “Apolinho”, colocou no ar o clássico “El Bodeguero”, do músico cubano Ricard Egües (1924-2006). Egües era flautista da Orquestra Aragón e a música entrou para o repertório de Nat King Cole. Para Apolinho, o refrão de “El Bodeguero” era bem apropriado para a ocasião: “Toma chocolate/Paga lo que debes”. Assim “tomar um chocolate” foi incorporado ao jargão futebolístico.

(Obrigado ao companheiro Paulo Vinícius Coelho, o “PVC da ESPN-Brasil, que ajudou na pesquisa).

Autor: - Categoria(s): Baú, Esporte, Pergunta Curiosa, Você é curioso Tags: , , , , , , , ,
08/03/2010 - 20:09

As mulheres e as propagandas machistas

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Desde 8 de março de 1975, quando o Dia Internacional dos Direitos da Mulher e pela Paz foi criado pela ONU, muita coisa mudou — para melhor. Mulheres viraram árbitras de futebol, líderes de empresas, ministras de Estado, e até — quem diria — presidentas. (“presidenta”, aliás, é uma palavra que está nos dicionários.)

Mas, nos idos da década de 1960, a mulher era tratada de forma inferior ao homem. O mais impressionante é que isso acontecia sem que ninguém se desse conta. Ou, pelo menos, sem que ninguém achasse ruim. Bons exemplos de como  as mulheres eram tratadas naquela época estão nas propagandas. “Caso sua mulher venha a bater em algo com o seu Volkswagen, isto não lhe custará muito”, brada aos quatro ventos um anúncio da marca de carros.

Já a marca de uísque Royal Label Extra elenca os objetos que “250 homens de experiência” puderam escolher para fazer uma propaganda da bebida. Entre um cachimbo Dunhill, uma pistola de duelo e uma garrafa do uísque, está “uma linda morena”. Mas, a mulher é considerada  um objeto igual a  bebidas, armas e tabaco? Em 1968, sim. No final da propaganda, eles garantem: dentre os “250 homens de experiência”, “não houve aquele que deixasse Royal Label Extra para terceiro lugar”. Esse anúncio parece ser o tataravó das atuais propagandas de cerveja com mulheres na praia…

E nem só nos anúncios direcionados ao público masculino estava o machismo. A confecção Berta, que vendia roupas para mulheres, não ficou atrás com uma propaganda veiculada em 1968. Em letras garrafais, a peça diz: “A nova coleção Berta para o verão é capaz de virar a cabeça de qualquer mulher sensata”. Até aí tudo bem, mas vem o arremate: “E seu santo terá que ser muito, muito forte para evitar que você se transforme numa mulher insensata: a mais feliz do mundo!”. A dúvida é se toda mulher feliz é insensata  ou a compradora da Berta se transformará na mais feliz das insensatas.

Os congeladores Prosdócimo escolheram bem o público-alvo: mulheres. “A senhora sabe quando é que se serve feijoada na casa da Dona Aurora?” A resposta vem em seguida: “A qualquer hora!”. Anúncios de geladeiras, fogões e eletrodomésticos eram veiculados apenas a mulheres (pelo visto, isso ainda não mudou totalmente).

Se você acha que a publicidade bizarra ficou para no passado, se enganou! Conheça o livro “As Impublicáveis Pérolas da Propaganda“.

Autor: - Categoria(s): Baú, Propaganda Tags: , , ,
01/03/2010 - 11:29

Don Piloto, Professor Tantã, e Tico e Teca

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O Antonio, meu mais novo, adora bagunçar o quarto da Beatriz, a filha do meio. Isso sempre acaba terminando em confusão. Mas, hoje cedo, o Antonio me ajudou a fazer uma descoberta. Ao abrir um armário e começar a tirar tudo lá de dentro (a Bia não sabe disso, pois ainda está na escola), ele encontrou antigos livrinhos com tirinhas de humor de personagens que eu nem me lembrava mais: “Tico e Teca”, “Professor Tantã” e “Don Piloto”. Esse formato fez bastante sucesso. Tenho vários deles da “Turma da Mônica” também. O detalhe é que o miolo é todo em branco e preto. Sentei na cama de Bia e fiquei de deliciando com as piadas e com as lembranças. Foi, então, que o Antonio apareceu com uma caixa de lápis de cor. Ele estava achando que eram livrinhos de atividade para pintar. Peguei tudo correndo e escondi em outro lugar. Tem razão a Beatriz: precisamos deixar o Antonio bem longe do quarto dela!

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Autor: - Categoria(s): Baú Tags: , , ,
22/02/2010 - 23:48

Por onde anda Magda Cotrofe?

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Capa da “Playboy” por três vezes (maio de 1985, dezembro de 1986 e outubro de 1987), Magda Cotrofe surgiu como sucessora da modelo Luiza Brunet. Rapidamente conseguiu um espaço na televisão e começou a aparecer em um quadro do humorístico “Viva o Gordo”, estrelado por Jô Soares. O bordão de Liliane, personagem interpretada por Magda, foi repetido recentemente por Xuxa: “É o meu jeitinho”.

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Na imagem acima, em sentido horário: Luiza Brunet na Playboy em maio de 1986; Magda na Playboy em maio de 1985, dezembro de 1986 e outubro de 1987 (vestida de noiva).

Mas o que Magda Cotrofe anda fazendo hoje em dia? Quem descobriu o paradeiro dela foi Marco Bezzi, na edição de domingo do ” Jornal da Tarde”. Uma das ocupações da atriz, atualmente, é o blog em que guarda imagens e textos sobre sua carreira. É possível encontrar ali fotos de Magda com os mais diversos personagens, como Ayrton Senna e Pelé.

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A atriz atuou há pouco em uma peça de teatro, “O Fruto Proibido”, com a qual excursionou por cidades do interior fluminense. Além de atuar, Magda também trabalhou como produtora. Desde o ano passado, ela tem se aventurado como designer de jóias e pretende abrir uma loja de sua marca própria, a MC Cotrofe.

Moda nos anos 80, o fio-dental não faz mais parte do guarda-roupa de Magda. Mesmo assim, quando perguntada se posaria nua novamente, a atriz é enfática: “Com certeza, quem já posou três vezes não tem mais o que esconder”.

Aos 44 anos, Magda é ainda 13 anos mais jovem que a mulher mais velha que posou para a “Playboy” brasileira: Helô Pinheiro, aos 57 (ao lado da filha Ticiane, na época com 27). “Na minha época, quando eu posava, não tinha esse negócio de photoshop”, afirma Magda, recém-separada e mãe de dois filhos (uma moça de 20 e um rapaz de 16 anos). “Hoje em dia qualquer um posa!”.

Você conhece o Rei da Playboy? Então confira esse post do Blog do Curioso e fique por dentro.

Autor: - Categoria(s): Baú, Celebridades Tags: , , , ,
16/12/2009 - 00:32

O brasileiro que participou do Dia D

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O nome é francês, mas Pierre Clostemann nasceu em Curitiba (PR), no dia 28 de fevereiro de 1921.

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Aviador membro da Real Força Aérea britânica (RAF) durante a Segunda Guerra Mundial, Pierre é o único brasileiro conhecido a ter participado do chamado Dia D – desembarque das tropas Aliadas na costa da Normandia, considerada uma data decisiva para o conflito. Pierre viveu pouco tempo no Brasil. Filho de diplomatas, ele logo voltou para a França.  Mas aprendeu a pilotar no Aeroclube do Brasil, em Manguinhos (RJ), aos 16 anos, durante uma temporada no país.

Em 1948, escreveu o livro “Le Grande Cirque” (traduzido aqui como “Fogo no Céu”), em que conta suas memórias como piloto de combate. A obra foi uma das leituras de João Barone, aficcionado por Segunda Guerra.

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O baterista do Paralamas do Sucesso é filho de um ex-combatente da FEB (Força Expedicionária Brasileira) e um verdadeiro curioso sobre o assunto. Barone narra seu emocionado encontro com Pierre Clostermann no livro “A Minha Segunda Guerra”.

Pierre Clostermann morreu no dia 22 de março de 2006, aos 85 anos.

Autor: - Categoria(s): Baú, Brasil Tags: , , , ,
11/12/2009 - 14:50

Dicas para o primeiro encontro da vovó

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Você já imaginou como os seus avós namoravam? No  site “Sad and Useless”, você encontra recortes de uma revista americana de 1938 que enumerava dicas de comportamento para “moças solteiras” em seus primeiros encontros com os pretendentes.

Há conselhos como “não sente em posições esquisitas”, “não use o espelho do carro para retocar maquiagem” e até  “não seja sentimental demais. Homens não gostam de lágrimas, principalmente em lugares públicos”.

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Mais algumas pérolas:

Homens não gostam de garotas que pedem um lenço emprestado e o devolvem sujo de batom. Faça de sua maquiagem algo privado, não algo que ele possa ver.

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Não fique sentada em posições estranhas – e nunca pareça estar entendiada, mesmo que você esteja. Fique  alerta e, se você precisar mascar chiclete (não recomendável), faça-o silenciosamente, com a boca fechada.

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Não use o retrovisor para retocar sua maquiagem. Homens precisam do retrovisor para dirigir e é muito irritante precisar virar o pescoço para saber o que está acontecendo atrás deles. tips11

Não beba demais, uma vez que o homem espera que você mantenha a dignidade a noite toda. Beber pode fazer algumas garotas parecerem inteligentes, mas a maioria só parece boba.

Será que as coisas mudaram tanto assim ou ainda dá para aproveitar essas dicas?

Autor: - Categoria(s): Baú Tags: ,
27/11/2009 - 22:33

Do calhambeque à kombi branca

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Tudo começou no tempo da Jovem Guarda, com o calhambeque de Roberto Carlos. Agora, o mundo da música está cheio de composições automotivas: brasílias amarelas, fuscas pretos, crossfoxes e até mesmo uma kombi branca!

Na carona da neo-celebridade da Internet Stefhany, a cantora Vitória Matos resolveu provar que sua kombi branca também pode ser absoluta! Na música “Kombi Branca”,  Vitória canta as dores do amor a bordo do carro popular.  O clipe, é claro, é de baixo orçamento e conta com incríveis atuações da própria cantora e de um príncipe nada encantado.

Você nunca ouviu falar de Stefhany? A cantora do Piauí subiu em seu Crossfox e soltou a voz em uma versão em português da música “A Thousand Miles”, da cantora Vanessa Carlton. O clipe amador em que Stefhany dirigia e fazia coreografias a la Beyoncé virou hit no Youtube.

Existem mil garotas / Querendo passear comigo / Mas é por causa /Desse Calhambeque

Em 1965, Roberto Carlos descobriu que os brotos topavam andar até mesmo no seu calhambeque velho. Assim, durante as comemorações de seus 50 anos de carreira, ele dirigiu um legítimo calhambeque, um Ford azul T 1929. O tal calhambeque não era reformado desde 1978. A repaginada ficou por conta do bicampeão de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi. As únicas exigências do Rei foram a cor do carro (azul), um som potente e ar-condicionado.   Será que os brotos aprovaram?

Jeca Mineiro e Atilio Versutti são os compositores da música “Fuscão Preto”, consagrada na voz de Almir Rogério no início dos anos 80. O sucesso foi tanto que a música serviu de base para o roteiro do filme “Fuscão Preto” (1983) , no qual o cantor contracenou com a apresentadora Xuxa. Sem tirar o pé do acelerador Almir Rogério logo gravou a continuação musical  “O Motoqueiro”.

Carro Velho
Em 1998, quando ainda pulava ao lado da Banda Eva, Ivete Sangalo embalou o trios elétricos com a música “Carro Velho”. O último álbum com participação da cantora “Eva, Você e Eu” vendeu 700 mil cópias.

Os carros estão mesmo por toda parte, não é mesmo?

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16/11/2009 - 13:22

Minha nova coleção de Leite Moça

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Última notícia diretamente do supermercado: a  Nestlé resolveu adoçar a memória de muita gente e lançou “edições históricas” de suas famosas latas de leite condensado. Os cinco modelos “velhinhos” (datados originalmente de 1937, 1946, 1957, 1970 e 1983) apresentam conteúdo e preço idênticos aos de hoje (já comprei as cinco! Só não quis saber do “modelo atual”).

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A primeira latinha de Leite Moça foi produzida no Brasil em 1921, na fábrica da Nestlé de Araras (SP). No entanto, o produto era importado desde 1890 da Suíça. Curiosidade: o nome original do produto era “Milkmaid”, em inglês. Só que a famosa garota com a lata de leite na cabeça já estampava o rótulo. Assim, o povo acabou apelidando de “o leite da moça” e o nome colou.

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O que Leite Moça tem a ver com a Segunda Guerra Mundial? No dia 17 de agosto de 1942, o navio cargueiro Itagiba foi supostamente afundado por um submarino alemão na costa da Bahia. Uma menina chamada Valderez  sobreviveu graças à uma caixa de Leite Moça, que serviu como salva-vidas.

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14/11/2009 - 07:30

Os 40 anos da Vila Sésamo

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O programa infantil “Sesame Street” (“Vila Sésamo”, no Brasil) acaba de completar 40 anos!

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A divertida rua apareceu pela primeira vez na televisão norte-americana no dia 10 de novembro de 1969. De lá para cá, já foi exibida em 120 países, entre eles Bangladesh, Egito e Indonésia.

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Batizado de “Vila Sésamo”, o programa foi exibido no Brasil pela TV Cultura e pela TV Globo entre 1972 e 1977. A versão brasileira foi a primeira adaptação feita do programa norte-americano “Sesame Street” no mundo. O programa ia ao ar de segunda à sexta, de manhã e à tarde.

“Vila Sésamo” mostrava o cotidiano de uma vila operária em que conviviam adultos, crianças e bonecos. Nomes como Aracy Balabanian, Sônia Braga, Armando Bogus, Paulo José e Roberto Orozco fizeram parte da primeira fase do programa, exibida entre 1972 e 1974.

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Interpretado pelo ator Laerte Morrone, as penas do personagem Garibaldo eram pintadas de um singelo azul. A explicação é que a cor conferia um melhor constraste nas transmissões preto-e-branco. Na nova versão da TV Cultura, Garibaldo é amarelo, como no original, e é interpretado pelo ator e animador de bonecos Fernando Gomes.

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