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18/02/2010 - 19:58

Catarina quer chorar. Ela tem um gatinho!

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À primeira vista, o caso de Catarina Mattar poderia ser um simples erro de programação. Cliente da operadora de telefonia TIM, a carioca começou a receber contas com um nome esquisito. Suas contas passaram a vir endereçadas para: “Catarina Quer Chorar Ela Tem Um Gatinho”. Você não leu errado, é isso mesmo: “Catarina Quer Chorar Ela Tem Um Gatinho”.

Com um problema em relação aos serviços prestados pela TIM, Catarina ligou diversas vezes à operadora, procurando uma solução. Foram tantas as reclamações, que, em uma das vezes, a cliente não aguentou e caiu no choro. Argumentou ainda que, por morar sozinha — apenas com seu gato —, não podia perder tempo com as ligações. Daí para frente, Catarina Elias Jacob Mattar virou “Catarina Quer Chorar Ela Tem Um Gatinho”. Uma brincadeira do atendente mudou todo o cadastro da consumidora.

José Carlos Paes, desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, deu ganho de causa a Catarina, que deverá receber uma indenização de 12 mil reais por danos morais.

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Já o problema de outro consumidor foi com uma loja de eletrodomésticos. Ele comprou uma televisão a prazo mas, ao chegar em casa, percebeu que o aparelho estava com defeito. Não conseguiu trocar, entrou na Justiça, e ganhou a causa.

O juiz Cláudio Ferreira Rodrigues, autor da sentença a favor do consumidor, justificou por que tomou sua decisão da seguinte maneira: “Sem ele [o aparelho de TV], como o autor poderia assistir às gostosas do Big Brother, ou o Jornal Nacional, ou um jogo do Americano x Macaé, ou principalmente o jogo do Flamengo, do qual o autor se declarou torcedor?”. Dias depois, o próprio juiz se declarou torcedor rubro-negro.

Outro juiz do Rio de Janeiro também usou palavras pouco ortodoxas para proferir sua sentença. Paulo Mello Feijó se referiu a uma das partes de um processo como “solene corno”. O corno, no caso, era um policial federal que fora traído pela mulher e ameaçou o amante dela.

Dias depois, o próprio amante foi à corregedoria da PF e pediu a abertura de uma investigação contra o “solene corno”. O marido, irritado com a exposição do caso, entrou com o processo na Justiça, mas acabou derrotado.

E quando não são as sentenças que são bizarras, e sim as leis? Confira um livro que reúne as leis mais esdrúxulas de todo o mundo.

Autor: - Categoria(s): Bizarro, Brasil Tags: , , , , , ,

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