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22/10/2009 - 14:34

As mil e uma versões de capas para Lolita

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Essa foi a primeira capa do livro “Lolita” – a obra mais famosa e controversa do escritor russo Vladimir Nabokov -, publicado pela primeira vez em 1955.

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A trama do homem de meia-idade envolvido sentimentalmente pela adolescente Dolores Haze ultrapassou a literatura, virou filme de Stanley Kubrick e alcançou o status de ícone pop. A palavra “Lolita” (apelido dado pelo protagonista Humbert Humbert à Dolores) passou a designar qualquer menina jovem, bonita e provocante.

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Agora, o blog Venus febriculosa (em inglês) promoveu um concurso de possíveis capas para “Lolita”. O blogueiro recebeu 155 capas diferentes, enviadas por 105 candidatos de 34 países. Os critérios para a difícil escolha do vencedor foram simplicidade e elegância, além de um bom projeto gráfico geral.

Lyuba Haleva

A capa vencedora, segundo o blog, foi  da búlgara Lyuba Haleva (veja acima).

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A versão do polonês Aleksander Bak,  a composição da inglesa Lucie Lebaz a capa abstrata de Suzene Ang (Cingapura) ficaram entre as finalistas.

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Autor: - Categoria(s): livros Tags: , , ,

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16 comentários para “As mil e uma versões de capas para Lolita”

  1. Mauricio mendes disse:

    A capa do polonesque ficou entreas finalistas,resume Lolita com perfeição.Um elasticode prender os cabelos se transforma emum labio jovial e sedutor.

  2. Gurjão disse:

    Simplicidade e elegância…a melhor é a capa abstrata de Suzene Ang (Cingapura), mas é louvado o intrigante trabalho do polonês Aleksander Bak.

  3. Então, sobre essa questão, sem nenhum moralismo, quantos giros, camadas de pátinas e outras estrtégias de ocultamento: trata-se da narrativa de um pedófilo [com substancial vinco pornográfico] disfarçada de alta literatura…

    • Rogério disse:

      É. Talvez se você -e sua cabecinha- fosse o autor. Nabokov, pela vez dele, não é você, não tem a sua cabecinha e fez literatura.
      Entendeu?

  4. claudionor ferreira disse:

    O moralista acima sabe nada de literatura.
    O livro é belíssimo, fez minha cabeça aos 16 anos.
    História linda, humana.
    Enfim…

    • Claudionor [nome exótico, hibrido, com a dois gêneros] explica-se a sua posição, pois infere-se da sua colocação, como um ato de reminiscência adoslescente: em idade adulta reação infantilizada.

  5. Joel Pinheiro disse:

    Parece-me que a proposta é para escolha da capa de “Lolita”, e não discussão sobre a obra em si, portanto a minha escolha é aquela do balanço vazio, pendurado numa árvore, denotando a infância ou adolescência roubada da personagem.

  6. A.Sergio disse:

    Me impressionou a da arvore seca, faz pensar na personalidade de Humbert trazendo a de Lolita por terra. Esse conto, acredito, despertou em muito gente o sentimento pedófilo.

  7. Francisco C. Mayer disse:

    Um livro escrito com classe. Obra marcante. Recomendo a todos a leitura.

  8. Hoje em dia, um homém maduro se apaixonar por uma adolecente, é chamado de pedófilo. Antigamente era chamado de “conquistador de lolitas” Obs. ninguem comenta a forma que as adolecentes estão se vestindo hoje, calças aperdadissimas, seios quáse a mostra, fora o excesso de pintura e a forma sensual de olhar para os homens. Depois, nos homens somos chamados de pedófilos! (talvez uma verdade que não deve ser dita)

  9. Mariana disse:

    Sinceramente. a capa escolhida (da búlgara Lyuba Haleva) foi a que menos empolgou…

  10. Eldon disse:

    A melhor de todas é realmente a capa escolhida pelo blog. Sintetiza perfeitamente a história. Chega a ser quase um poema pela beleza. Fabuloso.

  11. Niva Costa disse:

    Suzene Ang,para mim ,fez a capa mais criativa e moderna.Vale ressaltar dentro do mesmo critério,o olhar ingles da Lucie Lebaz,sobre a obra e a capa do Aleksander Bak!

  12. elessandra disse:

    não tem a que eu quero……….

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